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SEGUNDO DIA DO FESTIVAL DOSOL 2021/2022 COM SHOWS LINDOS E INGRESSOS ESGOTADOS

Por Nathallya Macedo (Agora RN)

Em mais um encontro de programação musical diversificada, o Festival DoSol conseguiu colocar todo mundo para dançar neste sábado 23 na Capitania das Artes, no Centro Histórico de Natal. Mesmo com o clima nublado, centenas de pessoas estiveram presentes no evento, que teve a cantora mineira Marina Sena como a atração destaque da noite.

No palco, Marina cantou os sucessos do álbum “De Primeira” e dançou uma versão piseiro de “Por Supuesto”, single que disparou no TikTok e nas demais redes sociais – consagrando a visibilidade da cantora de pop alternativo, ex-vocalista da banda Rosa Neon. O grupo também foi lembrado quando a artista entoou em alto e bom som o hit “Ombrim”.

Recentemente, Marina enfrentou dificuldades quando foi criticada nas redes sociais por causa da voz e timbre. Ela também foi alvo de comentários maldosos e de desmerecimento quando venceu três categorias do Prêmio Multishow. “Que dia que a gente vai poder ficar em paz em comemorar o que a gente fez com muito esforço? Que dia que as pessoas vão aprender a ver uma mulher crescendo?”, questionou a cantora na época.

Ao Agora RN, Marina falou sobre como o sexismo ainda prevalece no dia a dia e no mercado da música. “É um negócio que atravessa a gente de uma forma que, às vezes, a gente se vê à mercê do machismo. Muitas vezes as pessoas não reconhecem o machismo, não conseguem entender. O que eu faço é me manter trabalhando, porque é inerente a mim e meu sonho é maior que eu. Situações de machismo não atravessam o meu sonho, pois ele é maior que o machismo, que a minha insegurança, que qualquer coisa”.
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O DoSol teve ainda o show da cantora potiguar Carol Porto. Apresentando repertório autoral, a artista chamou a atenção por causa da sonoridade suave. Em seguida, foi a vez da banda Fortunato e os Jovens de Ontem, que levou uma versão de rock do sucesso “Você me vira a cabeça”, conhecida pela intérprete Alcione.

As meninas da banda CoisaLuz, de Mossoró, tocaram músicas do EP Afroameríndia. elencando símbolos nordestino, feminista afro e indígena. A potiguar Aiyra também subiu ao palco para apresentar as canções do segundo álbum da carreira, “Leve”.

A noite contou também com um show duplo do coletivo Ferve e da poetisa, escritora, atriz e rapper paraibana Bixarte. Luana Flores, também paraibana, encantou o público com a representação do “Nordeste Futurista”.

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