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CLIPPING – RESENHADO NEW GENERATION JANEIRO NO ROCK POTIGUAR

Para começar, acho que o momento é oportuno para uma crítica em relação ao festival. A idéia é muito boa, de deixar bandas novas mostrar a cara em um cenário rock de Natal como é o DoSol, porém acho que faltou atenção para com as bandas que se propuseram a tocar em um domingo (dia 21 de janeiro) que boa parte dos natalenses estavam viajando, nas praias, etc. O público que se fez presente ao festival nada mais era do que a galera convidada pelas bandas – que fizeram um esforço gigantesco para estarem no horário novo, já que duas bandas não apareceram para tocar – e na sua maioria não ficaram para ver as outras bandas. Então acho que seria necessário um apoio maior e mais forte para atrair mais público para conhecer essas novas bandas… Fica ai o meu protesto!

Vamos para as bandas!!!

Como dito, duas bandas não compareceram, Skolyoze e Anfetamina, e deram um estresse grande para as bandas que tocariam depois delas, principalmente o The Volta que não estava com seus componentes no início da festa e tiveram que correr para antecipar o show. Quem tocou primeiro foi “Convergência”, com o velho e bom punk rock. Tocaram suas músicas, maioria próprias, e uma cover do Biquíni Cavadão. A banda tem uma proposta legal, mas precisa se cuidar um pouco na sua apresentação e nos tempos das músicas. Logo em seguida entrou o “Damage”, na mesma linha e um vocal mais gritado. Gostei dos arranjos das músicas e da energia que eles transmitiram! Bom Show!

Terceira, que deveria se apenas a quinta banda a entrar foi o The Volta. Como sou componente da banda, acho que não fica legal comentar sobre o show, até por que eu estava em cima do palco (escaldante por sinal) com a galera. Se alguém quiser fazer algum comentário, esteja a vontade!

As duas últimas bandas fizeram os melhores shows da noite. Primeiro, logo após o The Volta, entrou o “Procly”, “rockzão” pesado, que lembrou muito o som do Sepultura… bons riffs, o peso de uma guitarra sete cordas e o outro guitarrista com um velocidade incrível marcaram a apresentação. Destaque para uma cover do Slipknot – “Before I forget”, com direito ao vocalista dando uma canja na guitarra. Encerrando o New Generation, e mudando totalmente de estilo em relação s outras bandas, entrou o dançante “Tia Dollorys” com o velho e bom blues e rockabilly, contando com músicas próprias e covers – Strokes, The Wonders por exemplo – e muita energia!

E tudo foi mais ou menos assim… ficando registrado o meu protesto e minhas saudações a todas as bandas participantes!

Se cuidem e um abraço!

Por Giovanninni Batista

27/01/2006

PS: Giovanninni, sei que você faz parte do The Volta e lógico que quer sempre tocar para muita gente, afinal quem não quer né? Só que a sua crítica não combina com o formato que propomos para o New Generation.

1) A data: Marcamos a data com 40 dias de antecedência e todo mundo sabia direitinho quando e que horas ia tocar. Se o The Volta não quisesse se apresentar tranquilo, não obriguei ninguém a participar do projeto, todo mundo toca porque quer tocar. Não houve nenhuma falta de atenção da nossa parte, o som tava lá bonitinho, o bar limpo, divulgamos o show como todos os outros, etc.

Eu só não posso obrigar as pessoas ir num show de banda nova. Tanto não posso que eu já aviso antes as bandas do New Generation – já teve show que deu mais de 300 pessoas nese esquema- que levem exatamente seu público, sua galera para que os show sejam divertidos e tal. Pode perguntar a todas as bandas que tocaram. Eu deixo isso bem claro. Meu papel é dar o espaço, o papel da banda é aproveita-lo.

2) O bar: Lá é quente mesmo man, aliás a cidade e quente. Não vira por ar condiconado nem nada disso se não os custos ficam inviáveis. Volto a dizer, você não é obrigado a tocar lá. Toca quem quer. Abraço!

Foca

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2 Comments

  1. Cara…tem um erro de exposição do Giovanninni Batista ai.

    Eu estava no evento, e vi a Banda Anfetamina tocar. Os caras ate levaram Coverns dos anos 80. Inclusive achei que o focalista e o baixista precizavam um pouco mais de presença de palco!

    Então no caso, os caras não furaram!

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