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RESENHA DE DISCO: TERMINAL GUADALUPE – A MARCHA DOS INVISÍVEIS

O CD está acabando? Não tem problema, o Terminal Guadalupe tem este álbum nas versões SMD e pen drive. Na ativa já há cinco anos, o grupo curitibano tem fama de se virar para conquistar espaços no mercado. O som mistura raízes oitentistas com referências diversas rumando para um pop rock bem cativante, muito por conta da boa voz de Dary Jr. Este disco, gravado no completo Toca do Bandido, no Rio, é uma bela amostra da diversidade e do bom gosto dos rapazes. “Recorte médio-oriental”, por exemplo, traz certa dramaticidade, mas vai crescendo até desaguar num firme refrão ou num fade à Australian Crawl.

Na estonteante faixa-título, a vedete é o instrumental, pesado, coeso, redondinho. Em “El pueblo no se va” o grupo se locupleta de ser grudento, numa melodia daquelas que, uma vez escutada, nunca mais sai da cabeça. O Terminal Guadalupe parece ter cometido um dos melhores discos de 2007. Vem encartado com um SMDV com três faixas: o clipe para “Pernambuco chorou”, “Bruto fake”, curta-metragem e um making of do clipe.

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