LUIZ GADELHA E OS SUCULENTOS – SUFOCANTE (2016)

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Luiz Gadelha é um dos maiores nomes da música potiguar e isso não é de hoje. A frente de vários álbuns gravados com o Talma&Gadelha e dezenas de músicas suas interpretadas por outros artistas da cidade, ele aparece mais uma vez dessa vez ao lado dos Suculentos no espetacular “Sufocante”.

O trabalho com nove músicas já sai com cara de que vai ser grande. São músicas maduras, embaladas em sonoridades pop com pingos de indie e eletrônica aqui e acolá, jogando a favor da narrativa sobre amor e comportamento muito bem construída na letras de Luiz Gadelha e seus parceiros.

É para cantar junto em todas as músicas, se jogar no beat do rock e ser feliz sem medida. A produção ficou a cargo de Anderson Foca e o disco é parte integrante da Incubadora Dosol 2016, projeto de desenvolvimento de carreiras artísticas capitaneado pelo selo. A capa é da ilustradora Luiza de Souza.

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Escute o disco via youtube!

CLIPPING: ENTREVISTA DE ANDERSON FOCA PARA O BLOG ALTNEWSPAPER

O Anderson Foca é uma das figuras mais conhecidas da cena independente do nordeste, mais que isso, se faz presente frequentemente na cena nacional. Seja tocando, seja produzindo, discutindo música e cultura. Já teve banda de hardcore, de rock alternativo, grunge e de uns anos pra cá tem uma banda de rock instrumental chamada Camarones Orquestra Guitarristica, uma das bandas independentes que mais faz shows pelo Brasil. Abriu o estúdio e selo DoSol para ensaio e gravações de bandas independentes na cidade de Natal em 2001,  ja abriu um bar que virou um Centro Cultural, além de shows pagos e gratuitos de bandas locais e de todos os lugares do Brasil, funciona como um ponto de encontro do independente potiguar no bairro da Ribeira, centro histórico de Natal.

Realiza o festival DoSol desde o ano de 2002, sendo um dos festivais independentes mais importantes do Nordeste atualmente e um dos mais divertidos. No portal DoSol, aparecem vários vídeos produzido pela marca, além de discos de bandas gravadas no estúdio e lançadas pelo selo. É uma produção insana, não passa um mês sem aparecer alguma coisa nova, fora as datas e eventos agendados com folga e muita organização. Com a necessidade de expandir-se dentro do Rio Grande do Norte, o DoSol anunciou um novo espaço na cidade de Mossoró no final do mês passado. Aqui você lê uma entrevista com Anderson Foca, falando sobre a banda, a cena potiguar, o cenário nacional, novidades do Festival DoSol 2012 e contando um pouco da historia de quem tem se dedicado inteiramente a música independente desde 1997!

LEIA O RESTO AQUI

ANDERSON FOCA (DOSOL) EM ENTREVISTA PRO ITAÚ CULTURAL

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Foto: Foca em ação com o Rejects (RN) á direita

Na série Mapa - Em Busca do Brasil Sonoro, as mais diversas referências, indicações e curiosidades sobre a música e sua produção no país são reveladas por produtores, pesquisadores e artistas de várias áreas. Os convidados falam sobre suas influências, como descobriram o talento pela música, seus projetos na área cultural e também indicam canções!

Nessa edição o músico e produtor Anderson Foca fala sobre os desafios de organizar o Festival DoSol, um dos mais importantes eventos de música independente do Nordeste do país. No programa, você também ouve bandas que se destacaram nas últimas edições escolhidas por ele. Programa gravado em São Paulo, em abril de 2009. Duração: 30 minutos.

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GOIÂNIA NOISE FESTIVAL: APONTANDO PRO FUTURO

Conteúdo: Fora do Eixo

Por Marielle Ramirez

Aconteceu entre os dias 21 e 23 de novembro a 14ª edição do Goiânia Noise, festival dos mais conhecidos no circuito independente nacional, que tem à frente um dos mais bem sucedidos empreendimentos do mercado da musica independente brasileira – a Monstro Discos – conhecida pelo catálogo que conta com mais de cem títulos, produções de eventos, e agora, conexões internacionais.

A primeira noite teve início quando o dia ainda estava claro. Eram pouco mais de seis e dez da noite, horário oficial de inicio dos shows, e a primeira banda que subia ao palco era a conterrânea Gloom, uma das finalistas do TacabocanoCD – projeto comandado pelo Fósforo Cultural, outro núcleo produtivo local de destaque.

Por ali já estavam alguns produtores e jornalistas que haviam chegado horas antes no Centro Cultural Oscar Niemeyer, atraídos pela conferência Rumos do Circuito Brasileiro de Festivais de Música, às 16h, que acabara sendo substituída por uma reunião de produtores associados à Abrafin.

A reunião – que debateu entre temas administrativos da associação o mapeamento dos festivais associados que será apresentado no próximo ano – se estendeu ate às 18h. De lá todos seguiram em direção a praça de alimentação próxima a um dos palcos que levava o nome do selo Trama, um dos parceiros do festival.

Confira mais fotos no Flickr da Abrafin

Um dos produtores presentes, Anderson Foca, do Festival Dosol, era um dos mais entusiasmados com o início da empreitada, que até o último dia somaria pouco mais de 20 horas de shows. Ele já esteve em Goiânia diversas vezes, e meio a uma novidade e outra que contara sobre as produções que realiza em Natal – sua terra de origem – destacou os resultados angariados pelo festival Dosol 2008, cujo DVD será lançado no início do ano.

Sobre o Noise – escrevera mais tarde em seu portal – é uma edição que aponta para o futuro.

Depoimento de Anderson Foca
[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=_D3zv1ORJjg]

Foca havia chegado dias antes na cidade a convite da Brasil Central Music, onde atendeu a conferência ‘Consolidação Circuitos Regionais’, um dos temas na vasta agenda do BCM, que em, seus três dias – aconteceu entre 18 e 20 de novembro – contou com uma programação que além dos seminários, compreendia rodadas de negócios, seminários, workshops e shows.

Junto dele, foram convidados para a ocasião produtores brasileiros conhecidos, como Talles Lopes (Goma e festival Jambolada – MG), Rafael Rossato (Agência da Música), João Marcelo Bôscoli (Trama), e também profissionais atuantes no setor da música independente de outros países. Produtores de festivais já consolidados como é o caso do canadense Pop Montreal e do belga Pukkelpop (representados pelos organizadores Daniel Seligman e Jan Keymis),e também donos casas de show, como é caso da argentina Niceto Club, representada pela proprietária Diana Glusberg, além de jornalistas americanos e donos de selos europeus, permaneceram na cidade até o último dia.

Somado a eles, outro esquadrão gringo, só que desta vez de bandas, chegariam à cidade dias depois, fazendo do GN a edição mais internacional do calendário de 2008 da Abrafin. Ao todo foram dez bandas internacionais, vindos dos Estados Unidos, Bélgica, Canadá, Chile, Argentina e outros.

O intercâmbio com cenários internacionais foi, aliás, a prestação de serviço mais destacada pelos convidados. Pablo Capilé, do Espaço Cubo e produtor de festivais como o Calango e o Grito Rock, sublinhou a ousadia chancelada pelos produtores em trazer tantas bandas – mesmo sendo desconhecidas pelo grande público. “É uma iniciativa que apesar de não trazer grande público , agrega valor à cena da música independente nacional, pois intensifica o diálogo com cenários de outros países, e coloca o Brasil definitivamente na rota da música independente internacional numa escala diferenciada da que viemos trabalhando nos últimos anos”.

Capilé afirma também que a edição do Noise deste ano chancela definitivamente a Monstro como o maior selo de música independente do país, e coloca o Noise na posição de festival que “dita tendência”. “Ano passado eles já haviam feito isso quando apresentaram uma programação de palestras sensacional, e uma programação musical melhor ainda, e pautou as programações deste ano. Esse ano, mais uma vez, o Noise se posiciona como quem vai pautar as produções do próximo ano”.

Lúcio Ribeiro, jornalista de um dos mais acessados veículos especializados em músicas – o Popload – crê também que o Noise “puxará os festivais brasileiros”. Ele pondera, no entanto, que é precipitado afirmar que a produção entrou para a rota do circuito internacional, pois para ele, há um longo caminho a ser percorrido pela cena nacional para a aquisição desse status. “Acho os festivais brasileiros estão no caminho, mas que ainda é preciso crescer aqui dentro. Estamos muito novos ainda para pensar em fazer uma cadeia fora, é muito importante trazer esses caras, e continuar indo pra fazer intercâmbio lá fora, mas ainda assim é um pouco precipitado afirmar isso. A gente está no caminho de se resolver, hoje existe cena no Brasil, coisa que até alguns anos não existia. Eu imagino que em 2020 vamos estar com uma cena espetacular”, projeta.

Entrevista com Lúcio Ribeiro
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No tão comentado novo momento da música em nível internacional, no entanto, não espantaria num médio espaço de tempo alguns festivais de diferentes países começarem a travar debates institucionais, num grande fórum da música independente internacional. Seria como pensar há alguns anos no avanço de cenários até pouco tempo impensados, como os do Acre, do Amapá ou de Cuiabá, fato que possibilitou a expansão do setor, em escala nacional, fazendo surgir iniciativas importantes como a Abrafin.

MAIS NOISE – Outra aposta da 14ª edição do Goiânia Noise foi resgatar bandas do underground brasileiro que há muito não se via nos festivais independentes. “Esse ano teve bastante banda antiga brasileira voltando à ativa. O legal é que não decepcionaram: tanto a Gangrena Gagosa, quanto o Mikey Junkies fizeram shows bem legais, mostraram que ainda têm fôlego. Mas também tem outras bobagens tipo Os Ambervisions. Não achei a menor graça”, disparou José Flávio Júnior, jornalista atualmente em atividade na Oi. Para José Flávio, a programação do Festival Bananada 2008, outra produção assinada pela Monstro, foi mais interessante musicalmente.

No contraponto, Fabrício Nobre, um dos organizadores, destacou que o formato da programação adotada neste ano poderá ser aplicado nas próximas edições. Pontuou: “Colocar as bandas novas brasileiras, bandas que estão lançando CD’s da Monstro, trazer os clássicos do Underground, colocar as bandas de Goiânia que estão bem no palco principal e dar uma internacionalizada pesada na programação”.

Entrevista com Fabrício Nobre
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Nobre disse ainda que a internacionalização da programação recebeu influência das visitas que fez a alguns países durante o ano. “Tive a oportunidade de visitar os lugares, fui ao Canadá, aos EUA, à Bélgica, Dinamarca, Escandinávia, então a gente consegue perceber que tem interesse dos artistas em virem pra cá”.

Público – Mais indiferente às questões técnicas, o público de Goiânia não decepcionou e garantiu uma atração à parte para os convidados de outras localidades, seja pela indumentária, receptividade ou até mesmo, pelas tão comentadas mulheres bonitas. Durante os três dias – segundo os dados da organização – pelo menos nove mil pessoas circularam pelo Oscar Niemeyer (com destaque para a sexta-feira) fazendo valer a fama de curiosos e receptivos a novidades, mesmo quando a programação não conta com headliners conhecidos pela grande mídia. Ponto para os construtores da cena goiana que vêm investindo em conceito, em detrimento dos grandes nomes da indústria.

ENTREVISTA: LUCIANO MATOS ENTREVISTA ANDERSON FOCA

Quem imaginava que a pequena e bela cidade de Natal tivesse uma das cenas de rock mais consolidades e forte do país? Dois bons festivais, estúdios, bares, selos, bandas etc. Um dos nomes que leva isso adiante é Anderson Foca. Ele não é apenas um cara que faz um festival, ele é um peão do rock. Acorda invariavelmente às 6 horas da manhã para resolver uma das mil pendências de seus trabalhos: bar, selo, bandas, festival, agenciador de turnês. Sim, o trabalho dele é exclusivamente com o rock. Acabou se tornando conhecido nacionalmente pelo Festival DoSol, um dos eventos de rock do Nordeste mais bacanas e bem organizado. Mas a marca DoSol é muito mais do que apenas um festival, é um conglomerado de açõs independentes e fundamentais para a cena de Natal, do Rio Grande do Norte e do próprio Nordeste. É com ele que damos seguimento a nossa série de entrevistas. Uma boa chance de ver como as coisas podem andar com muito trabalho. Continuar lendo

PROGRAMA CONTRA-PONTO VAI AR COM DEBATE ENTRE PRODUTOR ANDERSON FOCA E O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO JOSÉ AUGUSTO CRISPINIANO NETO

Foi gravado na segunda-feira e com a primeira exibição acontecendo ontem o programa Contra-Ponto, um debate ao vivo promovido pela TV Assembléia. Nesta edição do programa o produtor potiguar Anderson Foca debate a Lei Câmara Cascudo com o presidente da Fundação José Augusto Crispiniano Neto. Foram 50 minutos de debate que podem ser acompanhados hoje (quarta) às 11h10, sexta às 18h30 e sábado as 10h na Tv Assembléia, canal 36 da CaboTV.

Bem interessante de acompanhar.

EDITORIAL DO SITE: ATÉ ONDE CONFIAR NA INTERNET?

Por Anderson Foca

A moda do momento entre alguns festivais locais e nacionais e a votação on line para escolher alguns participantes. Até onde dá para confiar numa banda ou numa votação on line?

Escalar um grupo para um festival requer cuidados redobrados, responsabilidade e acima de tudo respeito com a qualidade e relevância artística de quem vai mostrar o trabalho. Lançar um novo grupo num palco de um festival sem ele estar preparado é como dar banana para macaco. As críticas vêm com força e podem atrapalhar para sempre a carreira de uma banda. A culpa é de quem escala e não de quem critica. As bandas, parte interessada, também têm sua parcela de “simancol” e deveriam saber a hora certa para uma superexposição. Quer saber que hora é essa? Grave um ensaio ao vivo da sua banda e se pergunte: será que alguém realmente vai gostar disso? Paciência e trabalho nunca fizeram mal a ninguém.

Pela internet e com os avanços da tecnologia, fica difícil julgar algo analisando coisas como número de pessoas no myspace, número de pessoas no orkut, número de votos on line para a escolha de bandas e assim por diante. Claro que é bacana você mostrar um grau de interação com o seu público, ter uma noção espontânea com relação ao trabalho, mas são raras as vezes que isso acontece. O que mais se vê são bandas novas com 1.000 pessoas na comunidade, a maioria fakes e pessoas que jamais foram a um show ou ouviram as bandas em questão. Esses grupos só enganam a si mesmos e estão, sinceramente, perdendo tempo com o rock.

Estive no Festival VirtueMúsica em Recife e o que vi no palco foi uma avalanche de bandas inexperientes em ação. A diferença para as bandas já rodadas era tão gritante que parecia que a sonorização tinha mudado. Hugo Montarroys, jornalista do site Recife Rock não teve pena e criticou severamente aqueles que mereciam alguma crítica. Tudo culpa da produção e da falta de experiência de alguns grupos. FESTIVAL COM VISIBILIDADE NÃO É LUGAR PARA BANDAS NOVAS E INEXPERIENTES, PARA ISSO EXISTEM OS BARES E CASAS DE SHOW QUE POSSAM ATENDER ESSA DEMANDA.

Aqui em Natal o caso mais recente é o do Rock Na Rua que armou 50% da sua escalação baseada numa votação on line, onde o voto era computado por um IP que era facilmente mutável por qualquer pessoa com um pouco mais de curiosidade virtual. A produtora do evento disse que o marketing viral (a moda do momento) que a votação causaria ajudaria na divulgação e coisas do tipo.

O que estou vendo é que várias pessoas se sentiram lesadas, brigas foram causadas e até um show concorrente vai acontecer por conta do “marketing viral” proporcionado pela votação. Se o método convencional de escalar um festival tivesse sido posto em prática em 100% da escalação isso tudo seria evitado e o festival teria a simpatia de todos como nos anos anteriores. Não vou entrar nem no mérito de grupos que não conseguem levar nem 20 pessoas ao dosolrockbar e que tiveram votações expressivas no site do evento. Um FENÔMENO.

Conto com o sucesso das empreitadas e estaremos lá tocando, apoiando e dando nosso recado como sempre mas é nosso papel discutir alguns assuntos que sejam relevantes para a fluidez do rock Brasil a fora. Até a próxima.

EDITORIAL: TUDO ACONTECE NO SHOW!

Por Anderson Foca

Um editorial. Parece coisa da Folha de São Paulo ou da Rolling Stone, algo do tipo. Aqui no portal DoSol, um espaço que consideramos importantíssimo, também é lugar para debater, espetar e gritar quando for necessário. O editorial do site é nossa opinão sobre o que nos cerca principalmente no mundo do rock n`roll, nossa razão de existir.

Abordaremos hoje um assunto interno mas que tem haver com quem nos visita, bandas, produtores, casas de shows e pessoas que amam música e rock. A mudança de foco do selo DoSol nos últimos tempos.

Somos um combo de trabalho privado, não somos associação e nem cooperativa mesmo trabalhando em grupo para algumas ações de interesse comum como o Festival DoSol, alguns shows que são produzidos no dosolrockbar e discos que lançamos. Uma empresa privada precisa ser rentável, dar algum resultado financeiro que a torne viável e para nós só se movimentando todos os dias isso será possível. Nunca ganhamos dinheiro com prensagem de discos. Nenhum dos nossos lançamentos ao menos se pagou. O dinheiro sempre vinha de outras formas, principalmente em shows de lançamento ou com o uso do estúdio.

Para as bandas, os discos físicos servem como uma carta de apresentação para que elas possam crescer, ficarem conhecidas e tentar mais shows, hoje (e sempre) a principal fonte de renda dos grandes artistas nacionais. Pensamos que tanto para nós como para as bandas, lançar discos na internet será um caminho viável onde se gasta menos dinheiro com discos e cada vez mais dinheiro com os shows e tours. Uma troca filosófica. Quanto mais tecnologia, mais valor a “humanidade” do show terá. Minha mãe gravaria um disco legal hoje em dia, mas jamais faria um show decente porque não tem talento para tal!

Se investirmos no show teremos muito mais coisas para vender do que jamais tivemos. Trocamos a simples venda de um disco por investir em vender ingressos, cervejas, águas, caipirinhas, sanduiches, camisetas, adesivos e uma série de outros serviços agregados a cadeia produtiva do rock. Estamos fazendo essa troca e tem dado certo. E sua banda? Como anda os shows? Os equipamentos estão funcionando? Seu cabo tá ruim? Sua guitarra desafina muito? Você se ouve no ensaio para saber o que está tocando?

No palco é onde a “onça bebe água“. Fiquem espertos!