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EDITORIAL PORTAL DOSOL: ANALISANDO O FESTIVAL ROCK POTIGUAR

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Foto: Venuz Volts em ação no Festival Rock Potiguar

Por Foca

Nosso editorial do Portal Dosol vai fazer uma análise bem abrangente sobre o Festival Rock Potiguar que aconteceu neste final de semana no Centro Cultural Dosol. Como vocês bem acompanharam por aqui, o evento reuniu bandas de vários estados em três dias de programação. Só esqueceram de combinar com o público, que praticamente não apareceu nos shows durante os três dias.

A primeira coisa a dizer sobre isso é que se o público não foi ele é o último culpado. Eu já disse isso antes, a platéia sempre tem razão e nós, bandas e produtores temos que fazer essa análise juntos sem botar a culpa em terceiros. Vou fazer a minha aqui e agora.

Acho que o Rodrigo Cruz, cara super bem intencionado e dedicado que produziu o evento, precisa analisar que mesmo que o festival tenha sido amplamente divulgado em tvs, jornais ou mesmo via web foi tudo resolvido muito em cima da hora. O Centro Cultural Dosol só foi contactado para receber os shows do evento a menos de 10 dias dele acontecer e isso é muito pouco para que um festival aconteça como deve ser. Só aí já mora ao meu ver 30% da explicação da ausência de público. É preciso envolver mais as pessoas para que um show tenha público, principalmente se ele for autoral.

As bandas, no geral, tem valorizado muito pouco o espaço que é oferecido. Quase nunca vejo uma dedicação em divulgar as apresentações, nem mesmo aquelas mais simples que são feitas em fotologs ou orkut, mandando mensagens, postando flyers e afins. Pedir que elas tenham uma newsletter então é impossível! Aí me pergunto: para que ter uma banda e leva-la assim? Será que vale a pena? Será que os produtores tem que levar em conta os fatores “interesse e envolvimento” na hora de montar o lineup de um show? Existem muitas bandas que inclusive trabalham contra o próprio evento, depredando equipamentos do local das apresentações, falando mau dos produtores pelas costas entre outras atitudes escrotas e infantis. Isso é desestimulante, mas lembremos que sempre tem a minoria que vale a pena!

Por último critico também a escalação do festival. Se artisticamente ela foi bem boa (e os shows provaram isso) por outro lado foi pouco atrativa para o público. Com exceção de dois ou três grupos a maioria das bandas, principalmente de outros estados não tinham (e não dava para ser diferente) nenhuma intimidade com a platéia local. O equilíbrio entre ser bom e ter algum público é o que faz a diferença na hora de montar festival e é por isso que é tão difícil organizar um.

Foram também convidadas várias bandas locais que jamais tiveram intimidade com o público do Centro Cultural Dosol. Ou seja, mesmo que renomadas dentro da cidade essas bandas dificilmente levariam seus respectivos públicos para o espaço, primeiro pelo horário e segundo pelo tipo de show que seria apresentando. Balada é um coisa apresentação artística é outra, lembremos sempre disso!

Ficam os tópicos pro debate e sigamos em frente para tentar melhorar sempre. Até a próxima!

43 Comments

  1. Cara, infelizmente não deu para comparecer no Festival do Rock Potiguar desta vez, por motivos de saude, mas gostaria muito de ter ido. Contudo, pelo que posso ver pela tu descrição do Festival, não deve ter sido muito bacana com relação Publico/Evento.

    Isso é o tipo de coisa que abomino. Cara, como já disse, não sou um especialista na area, mas trabalhei tempo suficiente para saber que em um evento de grande porte, como deveria ter sido o F.R.P., deve ser investido muito, mas muito mesmo, em divulgação, não só por parte da Equipe de produção, mas de Todos os integrantes do evento, seja produção ou publico. Não falo em gastar milhares de reais em TV, Out doors, cartazes, Radio. Mas sim, tentar tornar ao maximo possivel o evento atrativo. Se uma pessoa se agrada com o ambiente, essa pessoa vai, querendo ou não, falar bem do local, que dispertará a curiosidade de outras pessoas de querer conhecer tambem, a partir dai que entra a produção da Casa para tentar tornar o local o mais bacana possivel. Já vi e já produzi alguns eventos e já vi muitos darem certos como tambem não. Mas fiz minha parte.

    Espero de depois desse, a galera se conscientize que em algo eles erraram, e que é nesse Algo que eles devem acertar da proxima vez. Um garoto só sabe o que é um martelo quando esse acerta seu dedo pela primeira vez.

    Um grande abraço a toda Produção do DoSol que faz um trabalho admiravel.

    Valeu Foca!

    Jhunior.

  2. Né?

    Desde quando comecei a frequentar o DoSol, todos os eventos que fiquei sabendo foram atraves de conhecidos que comentaram e depois eu ia procurar saber. Ai que entra aquilo que eu disse sobre, se o ambiente agradou, aquela pessoa que foi vai acabar espalhando a casa. Foi o que aconteceu, eu só não frequento mais o DoSol por falta de tempo, mas se não fosse por isso, tava lá em todos os Eventos. 🙂

    Vamos debatendo (2x)

    Abs.

  3. O grande problema desses eventos, é que pouca gente daqui de Natal valoriza eventos que trazem como atração bandas autorais. O público, em sua grande maioria, é idiota. Ouve-se muito sobre a carência de eventos como o Festival Rock Potiguar e outros, porém qdo eles acontecem nundá ninguém…. A galera prefere ficar do lado de fora a pagar cinco conto e entrar p prestigiar as bandas. Tá certo que o lugar (Centro Cultural Dosol) não favorece muito a presença de um grande público (por ser pequeno, quente p caralho, etc.), mas….
    O problema, além do público (na maioria adolescentes fudidos de grana), é a carência de lugares convidativos e agradáveis…
    Se eu fosse produtor, ia produzir bandas de forró, apesar de ser rockeiro. Nadar contra a maré cansa e afoga.

  4. Foca,

    Voce tocou em um dos pontos que considero atualmente um dos mais importantes na cena musical.

    Basta colar o que você disse, e já digo o que gostaria de dizer, e isso é uma realidade sim.

    “As bandas, no geral, tem valorizado muito pouco o espaço que é oferecido. Quase nunca vejo uma dedicação em divulgar as apresentações, nem mesmo aquelas mais simples que são feitas em fotologs ou orkut, mandando mensagens, postando flyers e afins. Pedir que elas tenham uma newsletter então é impossível! Aí me pergunto: para que ter uma banda e leva-la assim? Será que vale a pena? Será que os produtores tem que levar em conta os fatores “interesse e envolvimento” na hora de montar o lineup de um show?”

  5. E vou Armando essa Guerra por aí… o evento tinha bandas boas,estive lá no domingo e tinham bandas melhores que a maioria dos festivais nacionais. Mas eh isso, divulgar em jornal é foda e não dá no rock autoral!

    Ainda bem que a merda do Calistoga não tocou. O evento podia ter dado mais gente, mas o nivel cairia.

  6. Continuemos a debater. Cabral, só lembrando que no mesmo final de semana, sábado a noite, teve um show no dosol com o mesmo preço e deu quase 300 pessoas.

    O festivaldosol tbm tem um dos seus palcos no dosol e recebe mais de 2.000 pessoas por noite. Acho que o problema não está morando no local, aliás ele tem sido parte da solução nos últimos 5 anos.

  7. rapaz. é bem simples.
    as coisas em natal nunca vão dar certo, enquanto o povo tiver essa mentalidade ridicula, de achar que rebaixando os outros ira “aparecer” um pouco mais no mundo. acho que as bandas deveriam se juntar mais, só vai funcionar assim. fica todo mundo falando que não tem espaço, que blablabla, que ninguem valoriza as bandas autorais da cidade. mas como isso ira acontecer se nem as bandas se respeitam, como o publico fara isso?

    que tipo de respeito/atitude/postura você tem?
    é lastimavel ver e ouvir um bando de marmanjo despejando reclamações, tentando criar soluções para coisas que todo mundo ja sabe. só não entendo como o povo ainda consegui não fazer o obvil.

    enquanto bandas, publico e produtores não se unirem a cena ou o que você quiser chamar isso. Natal nunca, NUNCA ira a lugar algum. e tenho dito!

    se quer que melhore, trabalhe.
    se junte com quem trabalha,
    e não/nunca atrapalhe quem faz isso.

    .

    sobre rodrigo cruz,
    tambem acho um cara super bem intencionado e dedicado.
    mas acho que se as pessoas envolvidas no evento(festival rock potiguar) tivessem participado mais, talvez não teria dado tão pouca gente, no segundo dia mal vi musicos que tocaram no primeiro dia do evento. [?]
    tambem achei a divulgação falha.

    mas é isso.
    vamos em frente, aprendendo com os nossos erros diarios.

    geladeira_discos@hotmail.com
    meu e-mail ta ai pra quem quiser conversar comigo.

  8. O problema é que isso só desestimula os que tentam fazer alguma coisa pelo rock potiguar.

    Fica mais fácil tripudiar e descer o malho que levantar soluções para resolver este “problema”.

    Ah, o público não é idiota, ele é esquecido e relegado ao segundo plano – sendo que sem público não tem rock.

  9. Foca sempre diz que o público não tem razão, mas eu discordo. Acho que tem. Principalmente porque não valoriza o que tem aqui. Mas isso geralmente acontece em todo lugar, o que é de fora faz mais sucesso, até por uma questão de ser novidade. Aqui tem bandas boas? Tem. Mas tem show direto, pra quê vou ficar indo toda semana se não muda nada? Vou para um bar conversar com os amigos. A cerveja é mais barata, som legal e tira-gosto gostoso.

    Uma banda que estou curioso para ver, porque nunca vi, é a Kawa Nui. E porque é uma novidade, ska e tal.

    No festival Nordeste Indie, custando R$ 2.00, tinha pouca gente. E parecia rodízio, era gente entrando e saindo direto. Poucos prestavam atenção nos shows.

  10. hugo, onde foi que vc viu eu dizendo que o publico nunca tem razão? Quando eu sempre afirmo o contrário…

    Tem no texto aí:

    “A primeira coisa a dizer sobre isso é que se o público não foi ele é o último culpado. Eu já disse isso antes, a platéia sempre tem razão e nós, bandas e produtores temos que fazer essa análise juntos sem botar a culpa em terceiros. Vou fazer a minha aqui e agora.”

    Vamos ler o texto direto!

  11. Gustavo, muito coisa aqui dá certo, aliás as cosias aqui dão bem mais certo que errado. Te,mos audios excelentes, casa de show honesta, gente envolvida 100% com o processo e até certo pontos unidas sim para que a coisa melhore.

    Agora Natal não é NY e nem vai ser. Acho até que pelo nosso posicionamento geopolítico temos bem mais atividades roquísticas do que “deveríamos” ter. Claro, sempre se pode melhorar e sempre terão shows cheios e vazios, o importante é não dá passo para trás e se der que seja para tentar passos maiores no futuro!

  12. eu sei que da, e não disse que não dava. inclusive sei que rola melhor do que em muitas cidades, mas ainda acho que se o povo fosse mais unido no lugar de ficar tentando derrubar os outros a coisa poderia ser melhor. e no caso se publico falei especificamente do caso do festival rock potiguar, se tivesse mais participação das bandas “poderia” ter sido melhor, assim como no festival nordeste independente.

    e mesmo com tudo isso não garantiria um publico.

    só não entendi a parte do NY.
    pq essa moda ja passou, “faça você mesmo não existe mais”
    a onda agora é “façam vocês mesmos”

  13. Gustavo, especifique quem é desunido. Especifique quem quer derrubar os outros. É bom dar nome aos bois. Eu sinceramente não vejo muito disso por aqui, vejo sim muita gente se juntando por afinidade e fazendo suas coisas acontecerem. Sábado mesmo deu mais de 300 pessoas no Dosol num rolé mais metal (no segundo turno do rock, após o FRP). É um exemplo de público fiel e de bandas que divulgam seu rolé.

    Citei NY porque tem gente que cobra de que uma cidade como Natal tenha a cena mais foda de rock do mundo. É uma exigência chata e sem noção.

    Acho que quando você não consegue fazer as coisas sozinho (faça vc mesmo) a solução é encontrar mais gente que queira a mesma coisa que você para fazer (façam vocês mesmos).

    As duas coisas nem são modas nem nunca serão. São filosofias legais que cada um toma para si quando achar adequado. São conceitos!

  14. Cara o que acontece é o seguinte, Vou falar e citar exemplos que podem ser provados com fotos. Eu toco numa banda, Minha banda é nova e está ganhando visibilidade agora, e estamos investindo em trabalho profissional e acertando com um bom produtor, como Foca falou pra que ter uma banda que nem divulga os shows ? Todos os shows que minha banda vem fazendo, no minimo umas 50 pessoas concerteza estão lá soh pra ver agente, ahhhh o que eh isso ? viagem ? mentira ? não, é que agente dá o sangue de verdade pela banda e todo evento, divulgamos muito, colocamos flyer como foto principal do orkut de cada integrante, mandamos scrap pra todas as comunidades e o que acontece é que, eu digo sem medo de ser feliz, que nós temos um dos publicos mais fiéis entre as bandas atuais natalense,nosso show dah sempre a mesma galera,não esperamos por ajuda de ninguem,apenas agente vai atraz do que quer. Quem nao conhecer, acha que tou mentindo ? é soh olhar as fotos dos varios shows que agente vem fazendo no meu orkut !

    Sobre eventos, A cena de Natal no meu ver é a mais foda do Nordeste, jah trouxe bandas de outros estados pra o evento que eu organizo, e eles sempre ficam de cara com a galera de Naatal, O que acontece é que bandas tem publico e outras nao,e essas que nao tem, nao fazem questao de ter, olhem a escalação de Alguns festivais independentes, que deram muita gente com trabalho autoral, MIRP, Caralho a 4, Vegetal atack,entre outros, sao quase sempre as mesmas bandas, isso eh bom e eh ruin mais querendo ou nao eh a verdade.
    E divulgação junto ao publico eh o principal, panfletagem e boca a boca, eh muito mais eficaz do que passar no RN TV

  15. Na real, todo esse papo é que tá “fora de moda”, como já foi dito lá em cima. Eu, na humilde, acho sempre válida as discussões. É uma maneira de formentar. É o espaço dos formadores de opinião, e isso é formação de público. Que pra mim é muito mais importante que, por exemplo, cultivar a idéia onde todas as bandas tem que se unir em prol comum pelo bem do rocknroll mundial e pela bendita cena rocker potiguar. Papo é esse.

    Boto fé que a cidade nunca esteve tão bem representada de bandas, jornalistas, produtores (esse papo tb tá fora de moda!). Não foi pq um festival de 3 dias, 8 bandas por dia, no dosol não deu gente que há um clima pesado de desunião na cidade. Talvez o formato do festival não agrade. Eu pelo menos vi que ele estava em todos os canais do rock local, pelo menos na web estava. Acontece. Sorte na próxima pra galera!

    Mas gustavo, unido como, bicho? Como um coletivo que mantém contato com outros coletivos e interligam suas panelas? Donos de festivais que se interligam e rodam o país organizando|tocando nos seus festivais (e dos seus brothers também!)? Jornalistas roqueiros que escrevem pra veículos da web de outras cidades e que também cedem seus espaços pra escribas de outras plagas? Fotográfos que cobrem mini-tur de bandas por aí se interligando com outras cenas? Explicaí, man!

  16. Eu respeito muito coletivos, já fiz trabalhos coletivos mil vezes, aliás o Festvial Dosol 2007 só foi feito por conta de uma ação coletiva da própria cena que empreendeu tempo e trabalho para que ele acontecesse. Dvds foram feitos de maneira coletiva, bandas são pequenos pólos coletivos e por ai vai.

    Agora, essa coisa de achar que só se faz as coisas agora quem está dentro de um “coletivo” é muito reducionista. Vamos fazer coisas, tentar somar e respeitar quem tem outros caminhos. Cada um segue o que acha mais adequado e bola para frente!

  17. Cara, é como o Foca falou, o público é o ultimo culpado nisso tudo, mas tem sua parcela de culpa sim. Beleza, eles cobram shows e mais shows de Rock, mas quando acontece, como o Cabral falou, eles, ou uma parte considerável, vê que vai acontecer e Diz: “Olha show tal, até quem fim ta acontecendo um show descente!” Ai, muda de canal, radio, site, o que seja, e esquece. Pow, num tava cobrando, por que não comparece?

    Esse é um dos problemas. Agora, Bandas, concordo que as bandas devem sim, divulgar os eventos que eles irão tocar, beleza, mas alguem pode me dizer por que algumas bandas não tem publico? Veja bem, estou me referindo a algumas. Talvez porque não façam um som que agrade, né? Quem vai seguir uma banda que não faz um som legal? Consequentemente, essa banda não vai poder levar mais publico para prestigiar o Evento. Funciona basicamente como o Nemo falou, se a banda dele arrasta 50, 60, 70 pessoas para um show deles, é porque algo de bom eles tem a oferecer.

    Alem disso, vem a parte da produção. Tipo, temos caras muito comprometidos com a produção dos eventos aqui. Natal tem uma cena musical louvavel gente. Por que? Porque temos pessoas comprometidas com o que fazem. Mas tambem temos aquelas pessoas que vem com o unico propósito de faturar em cima disso, elaboram os projetos, buscam patrocinio, elaboram o evento, contratam as bandas, mas na hora do Show, deixam o local entregue as moscas. Não dizendo que foi o que aconteceu com F.R.P., mas isso é fato.

    Falei tudo isso, para mostrar que se um evento não deu certo, a culpa não é só de uma parte dos integrantes (Produção, bandas, publico), mas sim, que todos tem um dedo no meio de tudo. E que as vezes o evento não foi chamativo o suficiente. Ai é que entra uma questão interessante:

    Por que o Festival do Rock Potiguar deu tão “Errado” e o show seguinte no mesmo lugar deu um publico tão presente?

    Vou deixar em aberto para a discussão continuar.

    Abraços.

    Jhunior.

  18. Coletivo bom era aquele 53 – Flamboyants/Ribeira. Parecia um pão de cachorro quente o formato do ônibus e tinha o motor atrás e a galera ia em cima. Passava ao lado do colégio CIC e xingavam os vendedores de limão, aí eles jogavam os limões podres no ônibus. Sempre sobrava um na cabeça de algum tio desavisado. Era massa esse coletivo, hoje não tem mais graça.

  19. O mais interessante é como, usando a mesma divulgação, já consegui colocar 400 pessoas no DoSol, e também 50 pessoas apenas.

    Foca me deu umas dicas valiosas que vão servir para outros eventos, inclusive a próxima parada maior, a segunda edição do VIVA RIBEIRA e a edição 2010 do ROCK POTIGUAR FESTIVAL.

    Abração a todos e valeu a participação!!!

  20. Mas ai é que tá Rodrigo, Qual foi essa edição do F.R.P.? Dessa parte eu estou desinformado. Tipo, essas 400 pessoas que tu ja colocou no DoSol, foi no mesmo evento? E se foi, qual o motivo pelo qual a galera se interessou pelas edições anteriores e nõ por essa? O que a outra teve e essa não? Entende? tem que ver tudo isso.

    E a partir das experiencias saber como deve ser feito os proximos.

    Boa sorte, e quanto aos comentarios e ajudas, pode contar conosco. As criticas formam o Homem…E os eventos de Rock…kkkkkkkkk

    Abraços.

    Jhunior.

  21. Olá, Pessoal!

    Essa é a primeira vez que posto por aqui, condição essa que talvez faça-me parecer inexperiente demais para transitar entre os experts da “cena” – que prefiro chamar de cultural à denominar pelo termo esquizo, ROCKER – natalense.

    Tentarei enunciar alguns pontos que consegui visualizar a partir de uma despretensiosa análise sobre aos fatos que vêm acontecendo por aqui e que tem como produto o que o Foca representou como “momento de hiatos de seus trabalhos” que teve como processo de construção o final do THE SINKS e CAMARONES, até um possível e tão relevante insucesso do Festival Rock Potiguar que, diga-se de passagem, está apavorando nossos egos inflados.

    1º PONTO

    É sabido que no processo de subjetivação o indivíduo irá fazer escolhas do tipo: que caminhos trilhar à qual perfume usar para impressionar um possível parceiro(a) em uma balada ou show, como preferirem, no Centro Cultural Dosol, por exemplo. O que não fica claro, é que esse processo de subjetivação (construção de subjetividade) está sendo o tempo todo influenciado por inúmeros processos de captura da nossa sociedade que vou preferir chamar de consumo. Sendo assim, todo esse processo é uma guerra entre o autocontrole (pouquíssimas vezes operamos por ele em nossas vidas) e um controle exterior (esse sim tem um grau maior de significância em nós) exercido pelos vários processos de aculturação, pelos mais variados estados econômicos, históricos e tecnológicos pelos quais, e nos quais estamos inseridos.

    De forma alguma esse discurso é fatalista, pois é a partir da movimentação desse controle velado que nos propõe a docilidade, que nos rebelamos com uma força que o Filósofo Michel Foucault chama de Biopotência e/ou Força Inventiva.

    Toda essa introdução é para demonstrar que o caminho que vem sendo trilhado pelos “ícones” dos movimentos culturais de Natal é algo valioso e naturalmente esperado diante de um processo de captura de nossa arte – cinematográfica, musical, plástica, fotográfica e cênica, que torna-se também, uma fonte de renda inesgotável para o sistema capitalista pós-moderno.

    O que me chega através de uma primeira passada de vista e escuta feita nos lugares onde essa Força Inventiva é reproduzida – com maior ou menor intensidade dependendo do contexto -, me encoraja a afirmar que estamos no caminho certo. Alguns podem estar se perguntando “mas quem é você?”, “como assim, nós?”… Pois é… Estamos interligados meus caros. Não é mais concebível acreditar que estamos sós, que a cada dia essa proposta de uma forma individualiza de ser – à qual deve-se aceitar para se ser mais feliz – é a grande saída. Não estou falando da interligação do lado podre do poder tecnológico que nos fragiliza – ao mesmo tempo em que proíbe a manutenção das relações sinestésicas – e sim interligados pelas propostas que se contrapõe ao discurso de um estado homogêneo, de massa manipuláveis e obedientes.

    A princípio é isso que faz com que criemos lugares de desterritorialização, onde possamos acessar, à nossa maneira, o que é novo, útil, agradável às nossas células receptoras. Chegamos a nossas produções concretas, afinal já dizia a filósofa Hannah Arendt “o homem é ao mesmo tempo discurso e ação”. Centro Cultural Dosol, Xubba Music, Portal Rock Potiguar, Festivais (MADA, Dosol, NE Independente) e bandas que trazem, na minha opinião, o que tem de mais íntimo em nossas produções (leiam por íntimo o produto subjetivo sobre o qual temos escolha).

    Tomo a liberdade de discordar da fala dos que se amontoam e engordam os coros dos contentes. A individualidade por si só é desconcertante, traiçoeira e indigesta. Cultivemos, sim, o Coletivo. Falo isso por que estamos o tempo todo, sofrendo capturas pelo capital. Os produtos das nossas lutas pela desterritorialização dos espaços sólidos – espaços esses que não nos permitem sermos auteros – estão sendo capturados e usados como ferramentas para saciedade de nossos egos, que a cada dia, lutam desesperadamente pelo acesso de um lugar de destaque.

    É aí que mora o perigo… É quando acreditamos que estamos sendo auteros, produtores de nossos próprios atos, que estamos consumindo produtos serializados ( jornais, revistas, música, roupa, drogas, comida, espaços, corpos, relações, imagens e identidades), faz parte da parcela subjetiva que nos controla e que é controlada por tudo isso que citei acima.

    Termino esse primeiro ponto com as seguintes questões: de quem é a culpa de show autoral não dá público? Na mão de quem está o poder que designa quem toca ou não nos espaços produzidos por nossa força inventiva e coletiva? Sobre a tutela de quem está o poder de divulgação de eventos sócio-histórico-culturais de nossa pacata cidade? Se for do empresariado, porque permitimos? Se for sobre a dos nossos “ícones”, porque muitas vezes não conseguimos acessar esses espaços? Se a culpa for das bandas que não conseguem se gestar, que independência será essa que nos encarcera e nos engessa diante do sonho que nos motiva a tocar? Se for do público, que parcela da nossa subjetividade (a que inventa ou a que controla) está sendo acessada e está nos movimentando com mais força?

    Ora, não serei pretensioso o bastante para propor responder esses questionamentos assim de supetão. Por outro lado, me abro a discussão desses pontos a fim de fazer emergir novas idéias reformadoras.

    2º PONTO

    Uma prova da relação inventividade x captura é a história da banda THE SINCK. Formada pelos componentes do CALISTOGA, o THE SINCK tocava arbitrariamente desigual, no número de vezes, à primeira, mesmo sendo ela a banda de origem de Dante (vocalista tão exposto através do poder midiático exercido pela manipulação própria do site dosol de Anderson Foca) que estava posta como lugar de produção inventiva de todos os seus componentes.

    Há princípio os meninos do CALISTOGA abraçaram a proposta promissora da quantidade de shows vinda de uma “teia de conhecimentos”, montada pelo então intitulado “camaleão”, Anderson Foca. Torna-se indispensável falar de Foca e seus feitos, já que se trata de uma figura conhecida em nossa cena cultural. O que interessa aqui é visualizarmos o atravessamento de modelos institucionais gerados a partir de uma gama de interesses próprios e coletivos pelas produções de nossa alteridade.

    Por outro lado, dessa vez (o que não garante ser por muito tempo), a força inventiva foi maior. O processo de captura que foi oficializado com o convite para fazer parte de um novo projeto (THE SINCK) teve seu fim quando Dante e parceiros decidiram, no que chamamos de movimentação instituinte produzida por um alto grau de inventividade, abrir mão de uma agenda invejável de shows para produzir, de forma única e exclusiva, o CALISTOGA. Parece-me que não existe por hora um exemplo tão singelo de se mostrar a ação da biopotência humana.

    Outro ponto que me chama a atenção é a forma como alguns de nós colocamos as coisas, ou às sopramos ao vento, sem que se tenha o mínimo de cuidado com a forma como ela chegará aos ouvidos ávidos por “escutar” sangue e fatos. Que não sabemos de tudo, é uma das poucas coisas das quais eu sei. Uma outra é: ninguém, mas ninguém mesmo, tem o direito de simplificar a vida e suas movimentações se não for para torná-la accessível a todos. Nada é fácil e indolor. A revolução, por mais que seja executada no espaço do micro, é um processo desgastante.

    O Rodrigo Cruz é um cara bacana (até onde me parece), e do mesmo jeito do Foca, podemos dispensar uma apresentação formal sua. Os caras são cheios de boas intenções. Isso já é um passo. O que acontece por detrás das cortinas é outra história que precisa ser ouvida, vista, esmiuçada, contraposta e trabalhada de forma COLETIVA. É ali – detrás das cortinas – onde o verdadeiro show acontece sempre sem luz, sem som, no silêncio… É o lugar onde os planos de resistência e entrega enfrentam-se, faz acabar bandas (como a minha, por sinal), renascer outras… Casas fecharem, e outras abrirem…

    É por isso que não admito que qualquer coisa seja dita sem que o mínimo de esforço mental seja feito. Em outras palavras, que pensemos antes de falar alguma coisa.

    Como dito a princípio, essa é uma análise que proponho a partir de um dado recorte de nossa cena cultural. Todos os recortes são sempre arbitrários, o que nos leva a acreditar que outros operadores estão ditando formas e vozes e produzindo espaços, sacros ou não.

    Fico por aqui com a eterna e desagradável sensação de que muita coisa faltou ser dita e que outras não precisavam ter sido.

    Um forte abraço…

    Fernando Rodrigues.

    Endereço eletrônico:
    fernandojuniiorr@hotamil.com

  22. Fernando, você escrve muito bem. Melhor do que 99% do que está contido nesse espaço, que é simples e direto assim como a minha música e a minha vida.

    Acho sim que temos feito vários trabalhos coletivos, mesmo que não usemos um nome de coletivo para faze-lo (e nem precisamos disso). Minha casa (que também é meu estúdio e meu escritório) e um “antro” de ações coletivas pensadas, reunidas, faladas e – a melhor parte – executadas, durante todos esses anos em diversas áreas da música. Eu não gostaria de citar quantas vezes eu já abri mão de interesses individuais em prol de uma coisa mais ampla. Não é preciso.

    Entendo o que você disse e em que nível de dicussão você quer chegar. Só quero deixar claro que é bem mais simples do que você pensa, mesma que a simplicidade seja explicada por movimentos sociais e psicológicos discritos por você de uma maneira detalhada e estudada (pelo menos aso que parece, já que não me dei ao trabalho de pesquisar as citações).

    Ainda assim é tudo muito simples: ação, clareza, oportunidade, interesse, dedicação e honestidade realizam qualquer trabalho em qualquer área. Em música ainda tem outros agravantes: talento, escolha artística, etc..

    O portal dosol não tem poder midiático, o portal dosol reflete trabalho, comprometimento e serve de pano de fundo e de elemento divulgador daquilo que fazemos assim como os nossos iguais da mesma área. Se 30.000 pessoas vêm aqui todo mês receber nossas informações é porque elas tem interesse nisso. Nada aqui é imposto, nada aqui é irreal, nada aqui é inventado. É o que é, fruto de 15 anos de dedicação minha ao que eu mais gosto de fazer: viver o tempo todo para, como e pela música.

    Vários pessoas acham que o caminha é esse (inclusive você), outras acham o oposto e estamos aqui para fazer nosso trabalho. quem quer agradar a todo mundo, termina sem agradar niguém, né não?

  23. discussão tah rendendo !
    mas as coisas são mais simples do que parecem …
    bandas boas, mais divulgação junto a galera, igual a bom publico certo!

  24. rodrigo me disse que expirou o domínio, mas volta esses dias. Não arumeininguem dodosl para ver os showse eu tive que faxinar o bar os doius diasp orque nossa funcionária sumiu semana passada. Então fiquei querado, NBo primeiro dia gostei do coronel fdrake, cafeinne e venice

  25. Olá, Foca!

    Primeiramente, saber que escrevo bem soa como elogio, ainda mais por vir de você. O que vou tentar escrever agora não é, em nenhum momento, uma tentativa, nem tampouco, o prenúncio de um possível pedido de desculpas. Ao contrário, é um esclarecimento de algumas coisas que não ficaram tão claras, se é que esclarecer seja algo possível.

    Tens todo o direito, para não dizer o dever, de se impor ao lembrar de seus quinze anos de luta a favor de um espaço onde pudéssemos fazer nossas próprias peripécias artísticas. Pelo que lembro, falei no comentário anterior que todas as intenções de apresentá-lo, corriam o perigo de tornarem-se enfadonhas, diante da tua história como movimentador da cena.

    Lembro também de ter falado de produtos concretos provindos das ações, não só suas como também do Rodrigo Cruz, Rafaum e outros caras, que como vocês, potencializam essa mesma cena. Não entendi porque você se indispôs com a proposta de coletividade, já que toquei nesse assunto por ter lido em algum instante alguém banalizando a idéia de coletivo na qual, faço questão de reafirmar, eu sou tão crente.

    Se eu disser que gosto do teu trabalho como músico e arranjador, queira me ver bem longe de você. Seu eu for capaz de mentir assim, seria capaz de qualquer outra coisa. Você estava certíssimo ao falar-me uma vez que “velho, eu só boto pra tocar no site se o trabalho me agradar. Se não, não dá”. É isso mesmo, ta certo. Por outro lado… O teu trabalho como produtor cultural é inspirador. Poucos caras conseguem movimentar tão bem, e por tanto tempo, um trabalho desses.

    O que você não consegue entender é que não é só o que te agrada que deve ser posto em evidência, porque se assim for estaremos vivendo um estado ditatorial (queira, por favor, dar todos os descontos possíveis e necessários para que o papo possa fluir), o que não for do meu agrado, corre o grande risco de não prestar. Perigoso… Muito perigoso esse tipo de coisa.

    Desde sua aparição com a JAM 97, onde você, tourão e parceiros dividiram um programa de TV (sabadão caceteiro que era apresentado por Luiz Henrique e Mução) com o GENERAL JUNKIE, que eu também tenho uma banda. Acredito que essa história possa ser contada outra hora, em outra circunstância.

    O que eu quero não é defender, nem tampouco apontar ninguém como culpado. O que fiz foi analisar, de forma muito leve (mas em nenhum momento irresponsável), um recorte feito na hora em que um ciclone atravessa nossas vidas. Não conheço os caras do CALISTOGA, não os odeio nem os quero bem, mas os respeito como à todos. O que gostaria de estar discutindo é sobre a forma fugaz como se dão os encontros entre bandas (que se são boas ou não, vai depender da dedicação próprio de cada uma delas e de quem esteja disponível para ouvi-las) e um público que muitas vezes se organiza em torno de um totem que não representa nada, nada mesmo.

    Gostaria, de verdade, que a vida fosse feita de fórmulas como o Nemo citou acima. Sem querer ser grosso, bolo tem receita, vida não. Mesmo tendo receita o bolo nunca é o mesmo, diga-se lá a vida.

    Voltemos ao foco. É uma grande verdade que o seu site é bem acessado, que serve de referência para quem está começando, está no meio e no fim dos mais variados processos que permeiam o “ter” uma banda, ser produtor, contratante e outras coisas mais. Mas as coisas não nascem prontas grande Foca. Hoje teu espaço tem poder midiático sim, porque além de divulgar, como você mesmo disse “os teus projetos e de seus iguais da mesma área”, está montado sobre ele, sem que você dê conta disso, um aparato cultural e econômico que fatidicamente – o que é muito bom por sinal – delimita uma rede que é tua sim, e que só entra quem você quer. Quem é tão inconseqüente a ponto de deixar entrar “qualquer” um no lance que demorou tanto tempo para ser construído e pelo qual pagamos um preço tão alto. Não acredito que estejas de todo errado, o que não quer dizer que estas de todo o certo.

    Visito teu site regularmente, sempre tive vontade de fazer umas considerações a respeito de algumas colocações feitas não só por você, mas também por todos os outros participantes que usam essa via de mão dupla que é a internet.

    Lembre-se que todo primeiro contato é muito áspero como foi dessa vez, isso quando ele não é unilateral, como de outras vezes. Não vou falar em oportunidades, isso não… Talento… Será que temos? Lugar certo na hora certa… Quem nos coloca? Agradar o mundo X Agradar ninguém… Quem consegue estar em apenas um desses lugares a vida inteira?

    Pois bem… Discordo de algumas coisas que você fez, e que com certeza continuará fazendo. Admiro-te por outra porção de ações que possibilitam hoje uma discussão – a meu ver, proveitosa – sobre nossa cena cultural.

    Fico por aqui. Juro que tentei ser o menos denso possível.

    Um dia, quem sabe, nos encontraremos. Não que isso seja um convite para um encontro, acredito que o melhor é deixarmos que a vida se encarregue de proporcioná-lo.

    PS. Antes de postar eu li o texto produzido pelo Rafaum, um cara por quem eu tenho uma grande consideração e que por sinal citei acima como um dos nomes que movimentam a cena cultural natalense. O que eu não entendi foi para quem ele falou aquilo. Público? Bandas? Para os dois? Alguém em especial? Juro que se tivesse entendido não estaria perguntando Rafaum.

    Um abraço

    Fernando Rodrigues

    Endereço eletrônico:
    fernandojuniiorr@hotamil.com

  26. “Ainda bem que a merda do Calistoga não tocou. O evento podia ter dado mais gente, mas o nivel cairia.“

    ta ai foca o exemplo de gente colocando outros pra baixo…

    nao querendo mudar o foco da discussao..mas eu quero entender pq a galera odeia tanto o calistoga? pq eles se empenham bastante? pq ele correm atras?
    n entendo sinceramente…

    sobre o texto..concordo…poderia ter dado mt mais gente se tivesse uma divulgaçao melhor..eu só soube no dia…

    n sei n se isso de uniao poderia ajudar mt coisa…axo q se cada um fizer direito rola..

  27. Calistoga é a melhor banda de Natal, e não conheço ninguem que odeie eles pessoalmente.Gente pra não gostar de um trabalho que ta crescendo é bem normal, afinal gosto é igual a c** !

    quanto a formula citada por mim Fernando Rodrigues, é direcionada a eventos de Rock, e não à vida, como voce entendeu !

  28. rpz apesar de ter tocado no ultimo que rolou, eu tou achando que os covernations que vem rolando constantemente, enfraquecem a cena do rock autoral, galera agora soh sai de casa pra ver cover !

    tou viajando ?

    1. balela, não enfaquece não. Muito pelo ocntra’rio, até anima um pouco pessoas poucoacostumados a vir no dosol. Agora se tivesse essa programação todo o final de semana,aí era problema.

  29. Já tentei olhar o Calistoga em várias óticas, mas não consigo gostar. Juro que até tento… mas nem por isso saio dizendo que é uma merda. Acho desnecessário esse tipo de comentário que não engrandece ninguém.

  30. Concordo com o Nemo e com o Foca em certas partes.

    Tipo, com o Nemo: De fato, a parte em que as bandas que fazem cover “atrapalham” o desenvolvimento autoral é fato. Por que? Porque as bandas que eles fazem cover, já estão com a vida e carreira ganha, por mais que você goste das bandas de nome que são reproduzidas nos palcos da vida, você apenas valoriza o trabalho DELES, e desmerece o seu, por mais que você toque bem ou o guitarrista faça um solo da vida tipo o Slash (Só citando), você ta favorecendo o trabalho deles.

    Com o Foca: É sempre bom sim, ouvir um som daquela banda que a gente sempre gosta e que não pode ter o privilégio de ouvir tocando na nossa região. Dá um gás a mais de sair de casa como o Foca falou, é um motivo a mais para visitar as casa de show que os realizam, mas se querem tanto valorizar a cena como um todo, os trabalhos do maior numero possivel de pessoas, por que não colocar uma ou outra banda que faça um trabalho autoral? Acho que seria o sal que ta faltando, entende?

    Mas, deixo bem claro que falo isso sem experiencia de causa, nunca participei de um dos Covernations, só falo isso porque é uma opinião sobre algumas coisas que vejo e debato com alguns colegas da area. Vai ver que, se eu for alguma vez, eu mude de ideia?

    Quanto ao Calistoga, eu tenho ouvido falar muito bem da banda. Não tive o prazer de ouvir o trabalho deles e por isso não posso deixar uma opinião formada quanto a isso.

    Um Grande abraço a Todos.

    Jhunior Santos.

    1. junior não existe casa no nordeste (se pá no Brasil) que receba mais show autoral que o Centro Cultural Dosol. É um fato. mérito nosso e dos produtores que usam o dosol.

  31. Tá, Desculpa se eu nasci! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Então, como eu disse, falo sem experiencia de causa. Tenho plena consciência de que o DoSol faz muito show autoral, mas o que eu disse foi com relação aos Covernations. Mas deixe está, eu não sou um dos produtores. E Tenho certeza que esses eventos movimentam um numero agradavel de publico. Se não, não teria passado da primeira edição, né?

    Continuemos os trabalhos então.

    Grande Abraço

    Jhunior Santos.

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