ENTREVISTA: HENRIQUE FONTES FALA SOBRE O NOVO CICLO DO CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA

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Prestes a ter o ciclo 2013-2014 iniciado no próximo dia 08/09, o Circuito Cultural Ribeira, iniciativa da Casa da Ribeira e do Centro Cultural DoSol, com patrocínio da COSERN, Lei Camara Cascudo e Governo do RN, convoca artistas e produtores para enviarem suas propostas nesta que é a última semana do edital de seleção de projetos. Conversamos com Henrique Fontes, diretor artístico da Casa da Ribeira e um dos gestores do Circuito Ribeira.

1 – Qual a diferença deste ciclo para os dois anteriores do CCR?

Henrique Fontes: seguimos o nosso foco de educação patrimonial e valorização do bairro da Ribeira, neste ciclo 2013-2014 ampliamos o edital para selecionarmos também os espaços. O desejo é que boas propostas de ocupação, que primem pela valorização da Ribeira, possam ter lugar cativo no Circuito, afinal o foco central do Circuito Cultural Ribeira é dar visibilidade a um bairro histórico e seus espaços culturais para que cada vez mais pessoas possam ter uma relação afetuosa com esse território criativo.

2 – Qualquer um pode enviar proposta? Até quando vão as inscrições?

HF: Isso é o bacana de abrirmos edital público de seleção. Acreditamos na democratização e diversidade das ações do Circuito. Além das atividades artísticas de Teatro, música, dança, performance, artes visuais, etc… propusemos uma categoria de “ideias” onde qualquer um poderá propor convivências, roteiros, propostas de oficinas, jogos e brincadeiras, feiras solidárias, atividades para as crianças e outras propostas que possam consolidar o bairro como atmosfera de território criativo. As inscrições seguem abertas até o dia 31/08/13 exclusivamente pelo sitewww.circuitoculturalribeira.com.br

3 – Qual a expectativa quanto as iniciativas artísticas? O ideal seria ter mais que tipo de atrações no Circuito?

HF: Quanto mais diverso melhor. Queremos poder oferecer atrações de qualidade para pais e filhos no fim de tarde, artes cênicas para todas as idades, experimentações artísticas mais arriscadas, música de qualidade de todos os estilos, propostas de convivência, gastronomia, enfim, queremos que o público possa ter uma tarde-noite de domingo memorável quando vier para o Circuito Ribeira. Para isso dependemos das propostas encaminhadas, vamos lá povo criativo entra no site e manda (risos).

4 – Vocês acham que o bairro mudou com o Circuito?

HF: Sabemos que a Ribeira ainda é vista como um bairro marginalizado, escuro, inseguro, como 90% dos centros históricos do Brasil que, ao longo do tempo, foram sendo abandonados, mas acreditamos que nestes quase três anos de Circuito, pudemos chamar atenção para as atividades artísticas e de entretenimento que o bairro oferece. São cerca de 12 espaços que abrem regularmente e nas edições do Circuito este número sobe para 17. O público que começou a descer a ladeira nos domingos do circuito, passou também a incluir a Ribeira nos seus roteiros de interesse. No entanto, revitalização mesmo só se dá com o envolvimento do poder público, precisa haver mais interesse político no bairro e no seu potencial cultural.

5 – O Circuito Cultural Ribeira tem reunido uma média de 7 mil pessoas por edição. Esse número tem tendência a aumentar. Isso não preocupa?

HF: Boa pergunta, sim temos a cada edição a preocupação de poder proporcionar espaços de boa convivência e segurança para todos que vão ao circuito, claro que não podemos fazer isso sozinhos, dependemos da parceria com as casas que devem sempre estar adequadas Às normas de segurança e também dependemos da polícia e das forças de segurança do estado. Uma vez que é um evento que acontece nos espaços fechados, mas também nas ruas da Ribeira, a presença de um efetivo policial que dê conta da demanda é fundamental.

FESTIVAL DOSOL 2012: RED BOOTS (RN) CONFIRMADO

Festival Dosol 2012 já está na rua com data marcada para os dias 06 a 11 de novembro em Natal e Mossoró com o patrocínio da Petrobras e apoio do Conexão Vivo e BNB. Hoje anunciamos a maior revelação do rock potiguar deste no lineup: os mossoroenses do Red Boots.

Passar batido no som da dupla é quase impossível para quem gosta de rock. A explosão do grunge, blues distorcido, boas melodias estão no cardápio dos caras. Impressiona vê-los ao vivo. Se eu fosse você não vacilava!

FESTIVAL DOSOL 2012: MACACO BONG (MT) CONFIRMADO!

O Festival Dosol 2012 já está na rua com data marcada para os dias 06 a 11 de novembro em Natal e Mossoró com o patrocínio da Petrobras e apoio do Conexão Vivo e BNB. Hoje anunciamos o incrível trio instrumental de Mato Grosso Macaco Bong.

Velhos conhecidos de quem curte boa música em Natal, os Bongs voltam à Natal para uma ocasião muito especial: lançar seu mais novo trabalho intitulado This Is Rolé. Não tem muito erro. Excelentes músicos, show azeitado pela estrada e composições hipinóticas e eletrizantes estão entre os trunfos do trio. É entrar na viagem e curtir. Vai ser fino!

FESTIVAL DOSOL 2012: TEST (SP) CONFIRMADO


Foto: Rafael Passos

o Festival Dosol 2012 já está na rua com data marcada para os dias 06 a 11 de novembro em Natal e Mossoró com o patrocínio da Petrobras e apoio do Conexão Vivo e BNB. Hoje começamos a divulgar nomes que estarão na edição de 2012. A primeira banda confirmada é o duo paulista de grind/death Test. Uma barulheira dos diabos cometida pelos roqueiros João Kombi e Barata.

Estiveram recenetemente no Abril Pro Rock e tem no currículo shows memoráveis organizados pela própria banda com o uso de uma kombi, geradores e “sangue nos óio”! Não vai sobrar pedra sobre pedra!

COMO FOI? FORGOTTEN BOYS, RED BOOTS E MONSTER COYOTE EM MOSSORÓ (RN)

POR DAVID COSTA

Ontem comprovamos o quanto o pessoal de Mossoró ainda tem paixão para os movimentos de cultura Jovem. Porque usar a palavra Rock nessa cidade que se diz ser a do futuro, ainda está distante de nossa realidade. Sim amigo, em Mossoró tem Rock sim, e de altíssima qualidade.

Como toda e boa cena Underground, as dificuldades para ser realizar um evento de rock alternativo no cenário da pacata cidade do interior como Mossoró não foi nada fácil. Passando por cima de toda problemática gerada, conseguimos realizar um dos melhores se não o melhor show já ocorrido no Flecha na Goela Rock Bar, marcando com chave de ouro a volta da casa. Recebendo na noite as bandas Forgotten Boys, Monster Coyote e The Red Boots.

Abrindo a noite tão esperada por muitos, pontualmente às 21h, o Monster Coyote chegou rasgando as tripas do público ainda tímido, mas que com o som gritante, estigante e aterrorizante deles, já velhos conhecidos da cidade, não se contiveram e já começaram a bater cabeça. O som dos caras tá muito mais pesado, sem dar descanso entre as músicas, a sensação era de que um terremoto tava atingindo a cidade-deserto.

Dando continuidade à noite e início a tour com o Forgotten aqui na terra onde o vento esqueceu-se de passar, a mais nova “queridinha” da galera, The Red Boots com toda autenticidade, no estilo Frank Zappa do vocalista Luan. Banda esta que chegou para ficar. Já há tempos conhecida na cidade de Mossoró, porém saindo quentinha do forno no projeto Incubadora, lançando o Aracnophilia. Dispensando qualquer tipo de comentário, Mossoró é uma grande candidata a cidade do Stoner… Se não compareceu amigo, não sabe o que perdeu.

Por volta das 23h o Forgotten Boys encerrou a noite, neste momento a casa já estava totalmente lotada com um público rotativo de 200 pessoas, despejaram hits desde o “Forgotten Boys” de 2001, até o Taste It, o seu trabalho mais novo. Quem não conhecia a banda não resistiu às guitarras roqueiras que remetem ao MC5, Hellacopters, Rolling Stones e afins, e para encerrar após um pedido de bis, mandaram Kick Out The Jams do MC5 fazendo com quem toda a massa roqueira presente no local fosse à loucura, rolando até roda de “pogo-rock’n'roll”.

Saldo super positivo, e isso só demonstra que Mossoró tem muito potencial para bandas independentes e a tendência será fincar-se como novo ponto de rota no Nordeste.

COMO FOI: PORÃO DO ROCK 2011 EM BRASÍLIA/DF

Foto: Camarones no Porão do Rock (Carol Góes)

Por Foca

Cobrir ou comentar shows no Porão do Rock é saber que você não vai conseguir ver tudo. A programação se divide em três palcos simultâneos e o lance mesmo é sair de casa já sabendo o que vai assistir e contar com que o festival cumpra os horários estipulados.

Em tamanho e espaço físico o Porão do Rock pode sim ser considerado hoje um dos maiores festivais do país, dentre aqueles que priorizam artistas independentes sem dúvida é. A área para shows, toda montada em volta do complexo esportivo de Brasília, foi muito bem pensada para que um show não atrapalhasse o outro (problema crônico em edições passadas). Fato é que o formato atual do Porão é bastante vencedor e funcional para quem quer assistir sua banda preferida sem atropelos.

No primeiro dia do evento (que distribui ingressos gratuitamente), cerca de 25.000 pessoas estiveram presentes segundo estimativa da produção. Escolhi ver alguns shows que ainda não tinha visto e fui cumprindo essa missão até os últimos acordes já na madrugada do sábado. O Garotas Suecas, banda que confesso ter escutado pouco, me surpreendeu pelo suingue, groove gostoso e simpático e boa presença de palco do vocalista. Banda massa. Mudei de palco para ver um furioso Ratos de Porão comandar um master roda de pogo e constatei que o grupo continua muito em forma. Na sequência deu para ver o Vespas Mandarinas que também fez um bom show e o Brown-Há que vem melhorando a cada apresentação.

Os Tormentos, banda Argentina, teve sua chegada atrasada e subiram no palco fora da ordem previsto, o que acabou atrasando bastante os horários no primeiro dia. Vi um pedacinho do show do Angra para um ginásio absolutamente lotado. O público pareceu gostar, eu nem tanto. Posso dizer o mesmo dos Raimundos, fui para me divertir com os hits que o grupo possui e que adoro, mas infelizmente, para quem já viu a banda em outros tempos o show não convence. O público amou, eu respeitei o esforço do grupo em agradar mas achei o show estranho.

Por último no sábado fui tomar uma surra de guitarra e grooves do Helmet. Não dá para dizer muito sobre o show. É o Helmet, numa forma incrível e com uma sonorização perfeita. Até agora aqueles riffs não me saem da cabeça. Foi a segunda vez que os vi ao vivo e quero mais!

No sábado já fui em outra vibe pro festival. Estava lá para tocar com o Camarones Orquestra Guitarrística e vi só o que aconteceu depois do nosso show. Sobre o Camarones digo que lá de cima tava uma puta vibe, excelente público em frente ao palco (no segundo dia com pouco mais de 10.000 pessoas muitas apresentações ficaram esvaziadas) e ótima sonorização feita pelos técnicos do Móveis Coloniais de Acaju Tom e Frango. Parece que nosso show ano passado no RollaPedra nos deu um gás em Brasília. Valeu!

Depois vi o Wander Wildner fazer novamente um show divertidíssimo (bem parecido com o clássico show de 2009 do Abril Pro Rock), o Krisiun quebrar ossos num dos shows mais brutais que já vi na vida e por último o Jon Spencer Blues Explosion jogando toneladas de guitarras fuzz, grooves bluseiros e levadas rock numa sonzeira memorável. Só estando lá para sentir o tesão desse rock.

Com organização e atendimento impecáveis o Porão reafirma sua importânca no calendário de festivais pelo Brasil, cumprindo a missão de colocar no palco a nova cena da música candanga e brasileira e muitos dos grandes artistas do rock nacional e internacional. Vida longa ao festival!

FESTIVAL DOSOL 2011: VIVENDO DO ÓCIO (BA) CONFIRMADO

O Festival Dosol 2011 está confirmado para acontecer entre os dias 04 e 13 de novembro com mais de 70 shows previsto para essa edição. Esta ação cultural é patrocinada pela Petrobras, através da Lei Rouanet e pela Oi, através da Lei Câmara Cascudo com apoio do Programa Oi Futuro.

Hoje confirmamos o quarteto baiano Vivendo do Ócio, banda que apareceu como uma promessa do rock nacional, fincou o pé em São Paulo e aparece no lineup do Festival Dosol para lançar seu segundo CD. Essa é a primeira vez que abnada vem à Natal e a sede por um bom show deve estar grande. Eles vão arrebentar!

Veja também outros artistas confirmados:
Tulipa Ruiz (SP)
Madame Saatan (PA)
Talma&Gadelha (RN)
Canastra (RJ)
BNegão e Seletores de Frequência (RJ)
Hossegor (RN)
Monster Coyote (RN)

VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO EL MAPA DE TODOS


Foto: El Mato a Um Policia Motorizado

O festival El Mapa de Todos anuncia a programação oficial do evento que acontecerá em Porto Alegre nos dias 12, 13 e 14 de abril. Os shows ocorrerão no Opinião, a mais importante casa de shows do Sul do Brasil, com capacidade para 2 mil pessoas. No dia 20 de março, será realizada a Prévia “Noite Senhor F (Sem Fronteira), com bandas brasileiras.

Com patrocínio da Petrobras, selecionado através do Programa Petrobras Cultural, o festival reunirá 18 bandas, das quais 12 brasileiras e 6 iberoamericanas (atendendo proporção legal, exigida pelo edital). O lineup do El Mapa de Todos traz para o Brasil os destaques da nova cena da música jovem do Uruguai, Argentina, Chile, Venezuela, México e Espanha. Entre os brasileiros, a seleção privilegia artistas que de alguma maneira mantém conexão com os países vizinhos. O evento ainda inclui na escalação bandas da nova cena independente nacional e local.

O festival conta também com o seminário “Integração pela Música”, que terá sua programação divulgada em breve.

Festival El Mapa de Todos – Programação oficial

Domingo 20/03/2011

Prévia – “Noite Senhor F (Sem Fronteira)”

Os Vespas (Brasil)

INI (Brasil)

Apanhador Só (Brasil)

Terça-feira 12/04/2011

Reino Elétron (Brasil/RS – Pampastock)

Arthur de Faria e seu Conjunto (Brasil)

Gepe (Chile)

Xoel Lopes & Pablo Dacal & Franny Glass (Espanha – Argentina – Uruguai)

Frank Jorge & Banda (Brasil)

Quarta-feira 13/04/2011

Sociedade Bico de Luz (Brasil)

Contra Las Cuerdas (Uruguay)

Do Amor (Brasil)

Los Mentas ( Venezuela)

Wander Wildner (Brasil)

Quinta-feira 14/04/2011

Watson (Brasil)

Superguidis (Brasil)

Los Negretes (Mexico)

El Mato a Un Policia Motorizado (Argentina)

Macaco Bong (Brasil)

PRIMEIRAS ATRAÇÕES DO RECBEAT 2011

Mombojó é o primeiro “headliner” confirmado do RecBeat

REC-BEAT ANUNCIA SUAS PRIMEIRAS ATRAÇÕES

Ao longo dos anos, o festival Rec-Beat tem se consagrado por trazer em sua programação musical diversos nomes novos que não tem medo de assumir uma postura ousada na hora de reinventar a música brasileira. Assim como em edições anteriores, o festival, que acontece no centro vivo do carnaval pernambucano, aposta em destaques do Norte e do Nordeste do país como atrações que podem surpreender o público de mais de 20 mil pessoas que assiste fielmente todas as noites do evento. Baiana System (BA), Felipe Cordeiro (PA), Patrick Tor4 (SE) e Mombojó (PE) são os primeiros nomes confirmados para a escalação do Rec-Beat deste ano.

Em 2011, o público terá a chance de ver ao vivo pela primeira vez nos palcos recifenses a música contagiante do Baiana System, que resgata a tradição das guitarras baianas e as evenena com o melhor das batidas do dub e do dancehall. Lançaram no ano passado o seu primeiro e elogiado disco e neste ano estão com tudo para saírem consagrados do Rec-Beat.

Diretamente de Belém do Pará, Felipe Cordeiro traz em sua bagagem uma sonoridade rica de referências que vão da lambada ao pop-retrô, flertando com o carimbó e tecnobrega. Toda essa mistura que ele denomina de kitsch-pop-cult também poderá ser conferida ao vivo no Rec-Beat 2011. Felipe Cordeiro, premiado em diversos festivais de música pelo Norte do país, é uma das principais referências da nova geração de compositores da Amazônia.

O DJ sergipano-paraense Patrick Tor4 e os pernambucanos da Mombojó são as duas últimas atrações confirmadas desta leva para o Rec-Beat 2011, que acontece entre os dias 05 e 08 de março no Cais da Alfândega, no Recife. Patrick Tor4 vem ao Rec-Beat para apresentar um set especial com os hits das aparelhagens do Pará e as músicas mais balançantes de um repertório musical brasileiro. Prata da casa, a Mombojó retorna ao festival após seis anos mostrando agora seu amadurecimento musical com o show do disco “Amigo do Tempo”, considerado por diversos críticos como um dos melhores lançamentos de 2010.

REC-BEAT 2011
Primeiras atrações confirmadas
: Baiana System, Felipe Cordeiro, Mombojó e Patrick Tor4
De 05 a 08 de março
Cais da Alfândega – Recife
Mais informações: www.recbeat.com

FESTIVAL EL MAPA DE TODOS DIVULGA DATA E LOCAL


Foto: The Tormentos (ARG) no Festival Dosol

Festival El Mapa de Todos vai acontecer em Porto Alegre, dias 12, 13 e 14 de abril

O festival EL MAPA DE TODOS – Música, Integração & Cultura Digital já tem data e local para acontecer: 12, 13 e 14 de abril, em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, Brasil, no Opinião, a mais importante casa de shows da capital gaúcha. O evento reunirá artistas de diversos países, como Argentina, Uruguai, Venezuela e Espanha, entre outros, cujos nomes serão divulgados em breve, e contará com um seminário sobre temas como circulação regional, capacitação profissional para a integração, a questão da língua e mídia digital. El Mapa de Todos é um projeto voltado para a integração iberoamericana na área da música e da cultura digital.

A América do Sul, em especial, vive novos tempos de integração, depois de décadas de divisão e isolamento cultural, do que é exemplo o MERCOSUL, que favorece novas ações em todos os campos da vida da região”, destaca Fernando Rosa, da produtora Senhor F, do Brasil. “É nesse ambiente que o Festival El Mapa de Todos se insere, buscando contribuir para o processo no campo da cultura, particularmente a música, e da cultura digital”, afirma Sylvie Piccolotto da produtora Scatter Records, da Argentina.

A edição anterior, realizada em Brasília, reuniu artistas como Babasónicos da Argentina, Sr. Chinarro da Espanha e Javiera Mena do Chile, entre outros. O evento contribuiu para ampliar o contato entre as culturas independentes dos diversos países que, no Brasil, conta com o estímulo do Ministério da Cultura e da ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes). Com seu objetivo de superar as fronteiras culturais e musicais, o festival El Mapa de Todos também constitui-se em uma vitrine para divulgação de artistas dos países da região.

O festival é iniciativa da parceria entre as produtoras Senhor F, do Brasil, e Scatter Records, da Argentina, com patrocínio da Petrobras e da Força Sindical – RS. O festival também conta com apoio da Secretaria Estadual de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul e do Ministério da Cultura do Brasil. Fernando Rosa, Sylvie Piccolotto e Pablo Hierro respondem pela curadoria e coordenação geral e a produção executiva é de Brisa Daitx. O festival também conta com apoio do Ministério da Cultura do Brasil, por meio da Lei Rouanet.

ABRIL PRO ROCK 2011 APRESENTA PRIMEIRAS ATRAÇÕES

Holger “um dos shows mais intensos do novo rock brasileiro”. Vamos ver se é mesmo

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Abril Pro Rock começa 2011 com novidades

Arnaldo Antunes (SP) e Musica Diablo (SP) são algumas das atrações já confirmadas no festival

O ano já começa com boas novidades para o festival Abril Pro Rock. A 19a edição do evento, um dos mais conceituados de música no país, terá duas noites principais no Centro de Convenções nos dias 15 e 16 de abril. Oito atrações já estão confirmadas na programação. Entre elas uma dos mais importantes nomes do hardcore internacional, o grupo D.R.I (EUA), que toca na sexta-feira junto com as bandas Musica Diablo (SP), Violator (DF) e Facada (CE). No sábado, o Eddie volta a se apresentar no festival após 12 anos, na mesma noite com os paulistas Arnaldo Antunes, Tulipa Ruiz e a banda Holger

Ainda serão divulgadas mais oito bandas para o Centro de Convenções, quatro por dia, além das bandas que vão compor a programação do APR Club. O Abril Pro Rock 2011 é apresentado pela Petrobras através do Programa Petrobras Cultural, que em 2010 destinou R$ 53,9 milhões para 19 áreas de cultura, incluindo festivais de música, que teve 17 contemplados nessa edição. Apesar de já ter apoiado o APR em edições passadas através de patrocínio direto, essa é a primeira vez que o evento é contemplado através do edital.

Sobre as bandas

O D.R.I - sigla para “Dirty, Rotten Imbeciles” – foi fundada no Texas, EUA. Receberam esse nome em homenagem ao pai dos irmãos Kurt e Eric Brecht, que sempre mandava que os filhos parassem os ensaios insultando-os com o futuro nome da banda. O disco “Crossover”, lançado em 1987, é uma importante referência no rock internacional, tendo lançado o gênero “crossover thrash” que é influência declarada de grupos como o Slayer. O disco teve seu “Millennium Edition” remasterizado e lançado em 2010, que deu início a atual turnê da banda. Continuar lendo

GRITO ROCK 2011 INVADE BRASIL E AMÉRICA LATINA

Grito Rock 2011: festival integrado conquista América Latina
Serão 132 cidades em 10 países circulando produção alternativa de música, cultura e tecnologia
Móveis Coloniais de Acaju no Grito Rock 2010

Crescendo mais a cada ano, o Grito Rock chega a sua nona edição com o impressionante número de 132 cidades realizadoras no ano de 2011, apresentando um crescimento de 65% em relação ao ano anterior e consolidando-se como o maior evento integrado do planeta. O festival conquista as fronteiras da América Latina e acontece em 10 países: Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Chile, Panamá, Costa Rica, Guatemala, Honduras e El Salvador.

Os eventos do Grito Rock ocorrem entre 19 de fevereiro e 28 de março. O Festival é uma produção do Circuito Fora do Eixo, filiado à Associação Brasileira de Festivais Independentes – Abrafin. Realizado também com apoio do Toque no Brasil que disponibiliza, a partir de 12 de janeiro, mais de mil vagas para bandas e artistas brasileiros e do mundo. A expectativa é que 2.000 bandas/artistas se apresentem para um público de cerca de 200 mil pessoas, aumentando em 150% no número de bandas em circulação nos últimos 2 anos. Continuar lendo

ENTREVISTA: TALLES LOPES, NOVO PRESIDENTE DA ABRAFIN

Talles Lopes, o novo presidente da Abrafin

Por Bruno Nogueira, PopUp!

A Associação Brasileira dos Festivais Independentes (Abrafin) tem uma nova gestão, pela primeira vez, desde a fundação da entidade. Fabrício Nobre, que teve a responsabilidade de legitimar e dar respaldo ao movimento dos festivais agora sai de cena e dá espaço para Talles Lopes. Fundador do festival Jambolada, que acontece em Uberlandia-MG, Talles também foi durante muito tempo produtor da banda Porcas Borboletas. Oficialmente, a presidência a associação passa a ser também de um membro de gestão dos coletivos Fora do Eixo.

Na entrevista exclusiva a seguir, Talles fala em primeira mão sobre essa nova fase da Abrafin:

:: Tem uma coisa que não me sai da cabeça. Fabrício Nobre, o presidente anterior, era um cara que você bate o olho e já sabe que tipo de música ele gosta. Esta sempre falando de bandas que achou boas e ruins, sempre fala mais de música que de política. E isso é algo que eu sempre acho difícil de ver na turma Fora do Eixo. Que tipo de música você curte ouvir?

Para responder isso, acredito que devo partir do festival que realizo, que é o Jambolada, e é onde minha personalidade está evidenciada publicamente. Se você acompanhar as ultimas 4 programações do Jambolada, vai notar um apreço pela diversidade e uma forte ligação com música brasileira. Acredito que o trabalho do Porcas Borboletas, banda que trabalhei durante 8 anos, também possa ser uma bom norte para buscar estas minhas referencias. Tenho um forte apreço pelos movimentos e nomes mais transgressores da música brasileira, como Itamar Assumpção e Jards Macalé, e fico emociado com o lirismo e lindas melodias do Clube da Esquina, sem deixar de ter já ter pirado muito com todo o rock produzido no Brasil. Nos últimos anos, por conta de todo este trabalho que estamos desenvolvendo ligado a nova música brasileira, passei a ouvir e assistir o que está sendo feito agora, sem muito preconceito ou segregação. No final das contas, temos música boa e música ruim, os gostos são diversificados, e eu acredito que neste momento eu devo me preocupar em melhorar as condições pra que toda a música boa do Brasil tenha melhores palcos e mais festivais pra se apresentarem, ao invés de tentar aplicar a minha personalidade musical neste processo.

LEIA O RESTO AQUI

GRITO ROCK 2011 PROCURA PRODUTORES EM TODO O BRASIL

O Grito Rock é um festival que acontece durante o Carnaval em várias cidades simultâneamente, com o foco na promoção de artistas independentes. Em 2011, o festival acontecerá de 25 de Fevereiro a 28  de março.

O projeto conectou em 2010 mais de 80 pontos, apresentou 500 bandas independentes, gerou a série Grito Doc – documentário colaborativo com 17 episódios distribuídos semanalmente pela Internet, e ainda desenvolveu as Campanhas Hospedagem Solidária e Transmita o seu Grito, ampliando ainda mais o seu público, que foi em torno de 50 mil pessoas espalhadas por todo o país.

Para a nona edição, a continuidade das campanhas já implantadas se fazem presentes, com a inserção de mais pontos produtores e mais cidades, inclusive espalhadas por toda América Latina, formando assim uma grande teia de trocas solidárias e conhecimento em prol da produção do maior festival em rede do mundo!

Os produtores selecionados contarão, a partir de dezembro de 2010, com a plataforma Toque no Brasil para facilitar a curadoria do seu Grito Rock, bastando a criação do seu perfil e a disponibilização de seu evento no TNB para os artistas se inscreverem.

Para participar é simples, basta ler o regulamento, preencher o formulário e estar disposto a integrar a Equipe do Projeto. Mais informações no site gritorock.com.br

OS MELHORES SHOWS DE 2010 – POR LUCIANO MATOS

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Os melhores shows que você viu e não viu em 2010

Há uma verdade repetida de que com a tecnologia e as facilidades da internet as pessoas estão cada vez mais isoladas ouvindo faixas e não discos, valorizando as efemeridades da música. Não estariam nem dando bola para álbuns, trabalhos mais amplos e nem mesmo se importando para a própria carreira dos artistas. O que talvez contrarie tudo isso são os shows, as apresentações onde o artista se mostra vivo, real, reunindo fãs ou simpatizantes com atenção para seu conjunto de músicas e outros atributos em cima do palco. 2010 foi o ano de provar que ali, em cima do palco, o artista ainda é um ser especial. Com tecnologia ou não, fizeram daquele espaço seu santuário. Em 2010 assistimos uma invasão de shows internacionais no Brasil, os festivais independentes ou não se consolidando ainda mais, outros (vários) surgindo, muitos artistas circulando, várias apresentações especiais, originais e marcantes, aqui e lá fora. Gente nova com grandes apresentações, veteranos retornando aos palcos, lendas se apresentando e várias curiosidades, como encontros inusitados e ótimos momentos. E nada melhor que as gravações que o próprio público tem feito de alguns desses shows. Vamos lembrar de alguns?

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COMO FOI? MÓVEIS CONVIDA/ROLLA PEDRA

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Foto: Léo do Camarones afinando seu equipo no Móveis Convida (Nicolas Gomes)

Por Foca

Uma coisa é certa. Toda vez que você ouvir falar em Móveis Coloniais de Acaju já dê como certa pelo menos uma coisa: competência. Esses caras de Brasília são exemplo para todas as bandas do mercado musical brasileiro, inclusive as do mainstream, com o seu formato de trabalho além palco. Foi nesse ambiente que pousei para dois momentos de atividades no Móveis Convida/RollaPedra: um para palestrar e outro para tocar.

Já na segunda estive o dia todo hospedado com os caras, numa aula de administração in loco. A banda tem um escritório muito bem equipado e uma sala de ensaio melhor do que muito estúdio de gravação que já vi por aí. Excelente estrutura que permite a turma aplicar com maestria ações de comunicação como o projeto “Adoro Couve” e ações de venda como uma central de fabricação caseira de cds e dvds. Tudo em nome da banda!

Nesse meio tempo deu também para me aproximar ainda mais do Esdras, um dos caras mais legais do rock nacional. Assuntos de música e hamburguers não faltaram, inclusive com visitação pública em algumas lanchonetes da capital federal.

Tive um dia exaustivo de trabalho na terça. Participei de uma mesa sobre gestão de carreiras com o Bruno do Toque no Brasil e o Ofugi do Móveis. O papo fluiu bem a parece ter agradado. Conheci o Gustavo e pude ver como funciona o merchadising do Teatro Mágico, uma inspiração pro formato de trabalho que o Camarones quer implantar em 2011. Saímos correndo da Universidade de Brasília pra Livraria Cultura. Lá vi um excelente teatro para shows e falei sobre o Festival Dosol, junto com o Festival de Música de Londrina. Excelente!

Pulamos quatro dias e mudo minha atividade dentro do Móveis Convida/Rolla Pedra. Já era sábado é já estava no papel de banda, já que o Camarones Orquestra Guitarrística era um dos convidados desta edição do evento. Com um receptivo perfeito e muito prestativo chegamos e fomos acomodados no Hotel Nacional. Foi muito bom ficar lá pela vibe antiga do hotel e pela história dos seus salões. Conhecemos nesse meio tempo o pessoal do Orgânica, com o Bacalhau (Ultraje) e Peu (Ex-Pitty) comandando as ações da banda.

Chegando ao show nos deparamos com uma estrutura enorme. Dois grandes palcos cobertos (inclusive para a platéia), uma área cercada para umas 6.000 pessoas e dois backstages gigantes, um para as bandas e um outro de convivência entre artistas, convidados e imprensa. Não tinha como dar nada errado e não deu.

Vi os excelentes e promissores Watson e a pegada invocada e muito profissional do Trampa. Duas bandas prontinhas para girar festivais facilmente. Deu a hora do show do Camarones com o lugar recebendo umas 4.000 pessoas. O Móveis gentilmente cedeu sua equipe de p.a. e palco para nos atender e o show rolou bonito com o melhor que podíamos fazer! A parte ruim foi culpa nossa: uma enxurrada de pessoas querendo comprar nosso material e a gente sem nada para vender. Uma pena e pedimos desculpas por isso.

Na sequência os super-heróis playboys do Porcas Borboletas fizeram o de sempre: um show excelente! E amigos, pude ver uma das cantoras mais legais que presenciei ao vivo em muito tempo. Ellen Oléria é o nome dela, uma espécie de Lauren Hill candanga sem nenhum exagero. O show magnífico também foi ajudado pela sua incrível banda e por uma comunhão perfeita com a platéia. Fiquei feliz em conhecer isso. Por fim o Móveis tocou em casa, precisa dizer mais alguma coisa? Acho que não.

A plataforma de festivais ganha dois nomes sólidos em Brasília. Rolla Pedra e Móveis Convida são exemplos que podem e devem ser replicados por aí. Foi massa!

COMO FOI? VARADOURO (RIO BRANCO/AC)

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Foto: Doamor (RJ) com participação especial do Astronauta Pinguim no Varadouro (AC)

Por Foca

Estive no último sábado visitando o Varadouro, um dos festivais mais solicitados do calendário da Abrafin na região norte do Brasil. Rio Branco, talvez a capital mais remota do Brasil para se conhecer, é uma linda cidade, circundada por rios e uma parte da floresta amazônica, mas que estruturalmente não deixa a desejar a nenhuma outra capital por conta da distância, muito pelo contrário. Talvez pelo fato do destino ser de difícil acesso fiquei com a impressão de que o poder público interfere positivamente na vida das pessoas. Um exemplo disso é que o município é o primeiro do Brasil a receber o programa de internet gratuita (wi-fi) onde quer que você esteja.

Chegamos ao festival com um excelente receptivo coordenado pelo pessoal do Catraia junto com outros pontos do Fora do Eixo Norte. Bom hotel, excelente alimentação, um pequeno passeio e já deu a hora de nos preparmos para tocar (fui ao Varadouro com o Camarones Orquestra Guitarrística).

O espaço do show era enorme, com um área coberta de bares e uma variedade muito grande de comidas, uma feira/brechó bacana e dois palcos armados um ao lado do outro com excelente sonorização, luz e backline. O lugar era espécie de fábrica de cerveja ou algo assim.

Fizemos um reconhecimento breve do equipamento e já fomos nos aprontar para nossa passagem de som. Abriu a programação o bom grupo local Ana e os Lobos, apesar da timidez no palco e de um começo meio nervoso a coisas foi se ajustando para uma boa apresentação. É interessante saber que as sonoridades mais melódicas (e até melancólicas) tem muito espaço na região. Tanto a Ana e os Lobos como o Camundogs e o Los Porongas tem o mesmo DNA. Sendo que esse último, já com bem mais estrada, se destaca (foi um dos melhores momentos dessa segunda noite do Varadouro). O Camarones foi bem recebido por lá, tanto na hora do show como depois da apresentação com muitos convites para voltar à região em breve.

Vi pela primeira vez o excelente e matreiro Doamor. Carimbó, maestria nos instrumentos e um fuzz aqui e acolá para lembrar ao público que eles (ainda) são roqueiros. Gosto muito de bandas com presença de espírito (o móveis é um bom exemplo) e os cariocas usam bem isso ao seu favor, além de ter um repertório certeiro para quem tá afim de dançar. Excelente show!

O Pública também fez o que se esperava deles. Melodias fortes, excelente cozinha e muitas músicas com potencial radiofônico. Um trunfo e tanto para o meio indie. O Caldo de Piaba fez a ponte muito bem com as conexões amazônicas num show cheio de convidados e abriu caminho para o baile tecnobrega da Gabi Amarantos, que surpreendeu quem já tinha visto o show antes (meu caso) com uma banda coesa aproximando o trabalho de algo mais orgânico. Depois descobri que a banda de apoio da moça era o aclamado La Pupuna. Bela sacada.

Fica o registro de um dia mágico e também de um esforço tremendo da produção de tentar levar para uma cidade tão “fora do eixo” uma programação variada e interessante que nem essa da Varadouro. Só estando lá para sentir o clima. Foi lindo e recomendo!

NATAL REMIX MOVIMENTA SALVADOR/BA SEMANA QUE VEM

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Pelo segundo ano consecutivo o projeto levará ao Centro Histórico de Salvador um novo conceito de celebração natalina

Em 2010, a segunda edição do Natal Remix trará inovação e boa música às comemorações natalinas do Centro Histórico de Salvador (CHS). Iniciado no ano passado, o projeto, idealizado pelo Pelourinho Cultural, programa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA) através do Instituto de Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), proporciona a baianos e turistas uma festa diferente, marcada por rupturas e sutilezas que agradam a todos os gostos. E para levar ao público algumas noites mais felizes, entre 15 e 18 de dezembro a Praça das Artes receberá grandes nomes da música instrumental e eletrônica nacionais.

Na edição anterior (2009), o Natal Remix apresentou a idéia ousada de buscar incorporar à celebração natalina elementos modernos. “Oferecemos uma programação que mesclou o tradicional ao contemporâneo, em uma festa de diversidade e bom gosto”, afirma Ivanna Soutto, diretora do Programa Pelourinho Cultural. Em 2010 a ruptura com a comemoração clássica passa a ser uma marca do projeto que dará prosseguimento à celebração modernizada da festa natalina. Continuar lendo

FEIRA MÚSICA BRASIL (BELO HORIZONTE/BH) DIVULGA HORÁRIOS, LOCAIS E SHOWS!

FEIRA

A FMB2010 fechou a programação, e nela também estão muitos artistas convidados para deixar os cinco dias em BH ainda mais brilhantes! Entre eles estão: Gilberto Gil, Otto e Andreas Kisser!

A programação, feita de música popular, rock, rap e música eletrônica, começa com o sol se pondo, 18h, e prossegue noite adentro em sete outros espaços, alternando convidados, artistas selecionados pelo edital e eventos associados – integrados à programação paralela, em parceria com casas noturnas da cidade.

Para todos poderem fazer parte dessa, os shows na Funarte têm ingressos a preços populares: R$ 2 e R$ 1. Os concertos de música erudita, que rolam na Sala Juvenal Dias, são gratuitos.

Já para participar das palestras, debates e oficinas de capacitação é preciso se cadastrar pelos emails divulgados aqui no site e retirar suas credenciais no dia. Serão distribuídas 2 mil diariamente.

A maratona FMB é composta de shows, palestras, debates, mostra audiovisual, oficinas de capacitação para estudantes e profissionais do setor e encontros de negócios, na mais abrangente vitrine do mercado e da diversidade da música produzida no país.

Então, prepare-se!

Veja aqui a programação completa de shows e baixe o PDF para ter sempre a mão.

Fique ligado também na retirada de ingressos e nos endereços para não perder nada da FMB:

SHOWS | FUNARTE MG

A venda de ingressos para os shows da Funarte MG começa na próxima segunda-feira, 6 de dezembro, no próprio local. O funcionamento das bilheterias é das 13h às 20h. Serão colocados à venda 3 mil ingressos por dia. Cada pessoa pode comprar até quatro ingressos para cada dia.

O ingresso custa R$ 2, com meia-entrada a R$ 1 (e doação de 1kg de alimento não perecível na entrada do show).

ENDEREÇOS:

PALÁCIO DAS ARTES: Avenida Afonso Pena, 1537 – Centro
Belo Horizonte – MG / Tel: (31) 3236-7400

LAPA MULTSHOW: Rua Álvares Maciel, 312
Santa Efigênia, BH/MG / Fone: (31) 3241-2074

A OBRA: Rua Rio Grande do Norte, 1168 – Savassi

NASALA: BR 356 – Ponteio Lar Shopping – Lj., 120D - Belo Horizonte – MG / (31) 3286-4705

RECANTO DA SERESTA: Recanto da Seresta, praça Duque de Caxias, 120 - Belo Horizonte-MG / (31) 9977-6531

MUSIC HALL BH: Av. Contorno, 3239 – Santa Efigênia - Belo Horizonte – MB / (31) 3461-4000

NELSON BORDELLO: Rua Aarão Reis, 554, Centro - Belo Horizonte, MG / (31) 3564.3323

MERCADO NOVO: Avenida Olegário Maciel, 742, Centro - Belo Horizonte – MG / (31) 3271-2541

VIADUTO SANTA TEREZA