
Por Bruno Nogueira
Essa cobertura deveria ter sido publicada, originalmente, no jornal A Tarde. Até agora não tive resposta de porque não saiu. Aqui ela segue em versão maior, com alguns comentários em primeira pessoa também.
Crescer é um processo sempre complicado. Sempre penso nisso, quando penso no festival No Ar Coquetel Molotov. Para que essa sétima edição, que teve sua etapa Recife entre os dias 24 e 25 últimos, fosse também um sinônimo de fôlego para o evento, o mesmo precisou dar passos estratégicos para trás. Voltou para o Teatro da Universidade Federal de Pernambuco, com capacidade de 500 pessoas a menos que o anterior do Centro de Convenções, onde aconteceu ano passado. A programação, entretanto, garantiu que o volume a menos não fosse equivalente a diversidade proposta pelo festival.
Os patrocínios da Petrobras e Vivo permitiram que o festival tivesse sua edição mais histórica. Talvez demore de seis meses ou mais para que a passagem da lendária banda Dinosaur Jr. seja totalmente compreendida pelo público local. Com um repertório montado com carinho para os fãs, a banda tocou sucessos mais antigos como Out There (de 1993) e até sua versão para Just Like Heaven, do The Cure. Entre danças, pulos e olhares fixos nos longos cabelos brancos do vocalista J. Mascis, teve até quem chorou. Continuar lendo






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Emicida: ótima surpresa na programação do festival

